É fato: cada vez mais gente conversa com chatbots. Isso não significa que estejam “fazendo terapia com IA”. Chatbots não conhecem pessoas; eles organizam textos a partir do que humanos já escreveram. Ainda assim, a busca cresce. Por quê? Porque há momentos em que falar com uma máquina reduz atrito.
Inteligência Artificial
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais
Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.
Solaris: Quando o objeto de estudo resiste ao método
Autor: Stanisław Lem – Publicação: 1961
Há objetos que se deixam medir. E há objetos que devolvem perguntas – a ponto de forçar a ciência a revisar o próprio jeito de investigar. Em Solaris, o “objeto” é um oceano planetário que parece responder aos humanos de maneiras que não cabem nas categorias habituais, e isso muda tudo: método, linguagem e até a noção de “explicação”.
A Teoria da Internet Morta: os fantasma por trás da rede
Nas últimas décadas, a internet foi celebrada como o maior espaço de encontro humano já criado. Milhões de vozes, conectadas em fóruns, redes sociais e sites, formaram uma gigantesca praça pública digital. Mas, nos últimos anos, uma ideia incômoda começou a circular e a ganhar força – e ela carrega um nome tão intrigante quanto perturbador: a teoria da internet morta.
Frankenstein: Responsabilidade pós-criação e o paradoxo das propriedades emergentes
Quando colamos partes, celebramos o engenho; quando o conjunto reage, nasce uma dívida. Em Frankenstein (1818), Mary Shelley desloca o terror do laboratório para a agenda moral: o susto não é “dar vida”, é abandonar o que foi posto no mundo.
Inteligência Alienígena: a encruzilhada da humanidade segundo Yuval Harari
A Inteligência Artificial deixou de ser um tema exclusivo da ficção científica para se tornar uma realidade em quase todos os aspectos da vida moderna. Em meio a essa revolução tecnológica, o historiador Yuval Noah Harari emerge como uma voz proeminente, oferecendo uma perspectiva única – e muitas vezes inquietante – sobre o futuro dessas tecnologias digitais. Longe de vê-las meramente como ferramentas, Harari as descreve como uma Inteligência Alienígena.
Materialismo Histórico Dialético: das raízes gregas à Revolução Marxista
Como entender as forças que movem a história? Enquanto muitos atribuem as transformações sociais a ideias abstratas ou a figuras heroicas, existe uma perspectiva que propõe uma análise mais detalhada, onde a história é moldada por condições materiais concretas e suas contradições.
Inteligência Artificial no Mercado de Trabalho: Ameaça ou Oportunidade?
A Inteligência Artificial está redefinindo o panorama global, e o mercado de trabalho surge como um dos setores mais impactados por essa onda tecnológica. Em entrevista à Deutsche Welle, Gilbert Houngbo, Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), compartilhou percepções sobre os desafios e oportunidades que envolvem a Inteligência Artificial no mercado de trabalho.
Não é Inteligente: A visão de Miguel Nicolelis sobre a Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial está cada vez mais presente no nosso dia a dia. Mas até que ponto ela é realmente “inteligente”? O neurocientista Miguel Nicolelis, professor emérito da Universidade de Duke, desafia o entusiasmo excessivo em torno desse conceito. Para ele, essa tecnologia não é tão revolucionária quanto muitos acreditam. Afinal, o que chamam de Inteligência Artificial, segundo Nicolelis, não é inteligente.