Quem responde quando a IA erra? A cadeia de responsabilidade

Quando uma decisão automatizada causa prejuízo, a responsabilidade não fica num lugar só. Ela se distribui entre quem desenvolveu o modelo, quem o forneceu, a organização que decidiu adotá-lo e a pessoa que assinou embaixo do resultado.

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O que é alinhamento de IA e por que ele é difícil?

Pessoa ajusta manualmente conexões luminosas atrás da cabeça de uma figura humanoide, em referência ao alinhamento de inteligência artificial.

Alinhar uma IA significa reduzir a distância entre aquilo que queremos e o comportamento que o sistema efetivamente produz. O problema aparece quando a máquina encontra uma maneira eficiente de cumprir um objetivo, por um caminho que ninguém pretendia autorizar.

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Fadiga de IA: por que a inteligência artificial também pode cansar?

Pessoa cansada diante de um notebook, representando a fadiga de IA e a sobrecarga provocada pelo uso constante de inteligência artificial.

A inteligência artificial prometeu economizar tempo, reduzir tarefas e facilitar decisões, e consegue fazer as três coisas. Escolher ferramentas, escrever comandos, conferir respostas e acompanhar uma novidade atrás da outra também consome atenção. Esse desgaste já tem nome: fadiga de IA.

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Inteligência artificial no cotidiano: as peças que você já conhecia

Profissional em ambiente industrial consulta smartphone enquanto ícones digitais de recomendação, filtro, perfil, gráficos e previsão se conectam ao redor, representando as múltiplas tecnologias de IA integradas no cotidiano.

Recomendação, reconhecimento, filtro e previsão já funcionavam muito antes de alguém chamar o conjunto de inteligência artificial. O que aconteceu nas últimas décadas foi a integração dessas peças numa interface só, e o nome coletivo que elas passaram a receber.

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Inteligência artificial no trabalho: o que muda na sua função?

Profissional com colete laranja e capacete branco segura tablet em galpão logístico, representando o trabalhador que coordena sistemas digitais no ambiente de trabalho.

A inteligência artificial no trabalho muda funções, e não apenas ferramentas. Em muitas áreas, profissionais passam a coordenar sistemas, revisar resultados, combinar informações e responder por decisões produzidas com apoio de máquinas.

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Frankenstein e a IA: quando a criação escapa do criador

Mary Shelley segura uma caixa-preta em um laboratório gótico, em referência à imprevisibilidade da inteligência artificial e ao imaginário de Frankenstein.

Frankenstein é menos um romance sobre criar vida e mais um romance sobre o que vem depois de criar. A inteligência artificial reabre essa pergunta: que obrigação permanece com quem coloca no mundo um sistema cujo comportamento não consegue prever inteiramente?

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Artefatos têm política: IA como tecnologia de poder

Três mulheres em traje formal em um escritório institucional analisam informações em um computador, sugerindo tomada de decisão coletiva mediada por tecnologia.

Artefatos têm política: objetos técnicos carregam escolhas, interesses e formas de organizar a vida social. Quando a inteligência artificial recomenda, classifica, prioriza ou bloqueia, ela distribui poder — no ranking, no filtro, na pontuação e nos critérios que quase nunca vemos.

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