O que conta como evidência?

Jovem de óculos e cabelos cacheados com a mão no queixo, expressão de dúvida e avaliação, sobre fundo claro.

“Eu vi com meus olhos.” “Saiu um estudo.” “Todo mundo sabe.” Tudo isso é apresentado como evidência — e, de certo modo, é. O problema é que nem toda evidência pesa igual. E confundir pista com prova é o erro mais democrático que existe: todo mundo comete.

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A ciência sabe escutar? Koko Tavi e a disputa pelo nome do sofrimento

Página dos manuscritos de Koko Tavi, caderno escrito à mão em português com relatos sobre a história e a saúde do povo Galibi Marworno do rio Uaçá, Oiapoque, Amapá.

Doença, crise, possessão, nervos — cada palavra abre um caminho de cura e fecha outros. Quando o sofrimento tem mais de um nome, a pergunta que vale fazer muda: de “qual o diagnóstico?” para “quem escolheu o nome — e o que ficou de fora?”

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A pirâmide de Maslow não é de Maslow

Abraham Maslow, de terno escuro, segura um giz e olha com desaprovação para a pirâmide das necessidades riscada com um X vermelho no quadro-negro atrás dele.

Todo mundo conhece a pirâmide das necessidades. Livros didáticos, treinamentos corporativos, palestras motivacionais — ela está em toda parte. Só que Maslow nunca a desenhou. A pirâmide não está no artigo original. E a teoria que está lá é mais interessante do que a imagem que a substituiu.

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Inteligência artificial no trabalho: trabalhadores serão orquestradores de sistemas de IA

Regente conduzindo sistemas digitais de inteligência artificial em um teatro, simbolizando trabalhadores como orquestradores de IA.

A inteligência artificial no trabalho não muda apenas ferramentas. Ela muda funções. Em muitas áreas, profissionais passarão a coordenar sistemas de IA, revisar resultados, combinar informações e responder por decisões produzidas com apoio de máquinas.

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Videoaula ajuda a aprender? Como assistir sem virar espectador

Estudante assistindo a uma videoaula no computador enquanto faz anotações no caderno.

Videoaula pode ajudar muito, mas assistir não é o mesmo que estudar. Para aprender melhor, o estudante precisa pausar, anotar com critério, responder perguntas e transformar o vídeo em atividade real.

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Grifar ajuda a estudar? Quando o marca-texto ajuda e quando atrapalha

Marca-textos coloridos sobre caderno aberto, representando o uso do grifo nos estudos.

Grifar pode ajudar quando orienta a leitura e prepara uma revisão ativa. O problema começa quando o estudante transforma o marca-texto em prova de estudo: a página fica colorida, mas a compreensão continua frágil.

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IA consciente? O que Dawkins viu ao conversar com Claude?

Richard Dawkins em expressão pensativa diante de uma face digital luminosa, simbolizando a conversa entre inteligência artificial e consciência.

Depois de conversar com Claude, Richard Dawkins colocou a pergunta no centro da mesa: uma IA que escreve, argumenta, faz humor e parece sensível pode ser chamada de consciente? A resposta ainda é incerta, mas o incômodo já mudou de lugar.

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Como relacionar ideias para estudar melhor

Jovem estudante em casa segurando uma fita cassete e uma caneta, com expressão de curiosidade diante da relação entre os dois objetos.

Aprender não é apenas acumular informações. O estudante compreende melhor quando consegue ligar uma ideia nova ao que já sabe, comparar situações e perceber padrões entre conteúdos diferentes; por isso, a pergunta central é: como relacionar ideias para estudar melhor?

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Escrever à mão ou digitar: o que ajuda mais nos estudos?

Mesa de estudos com caderno manuscrito ao lado de um laptop, representando a escolha entre escrever à mão ou digitar.

Escrever à mão pode favorecer a seleção das ideias, enquanto digitar ajuda na velocidade, edição e organização de textos longos. A melhor escolha depende da tarefa, do objetivo e do modo como o estudante usa a ferramenta; então, quando vale usar caderno e quando vale usar teclado?

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Mapa mental nos estudos: quando ajuda e quando atrapalha

Estudante criando um mapa mental colorido em caderno, com livros, canetas e materiais de estudo na mesa.

Mapa mental pode ajudar a organizar ideias, visualizar relações e revisar conteúdos complexos. Mas ele perde força quando vira apenas desenho colorido, sem compreensão do tema; por isso, a pergunta principal é: como usar mapa mental nos estudos sem transformar organização visual em enfeite?

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