Faculdade ainda vale a pena? O que a crítica ao ensino superior esquece

Formanda com beca preta e faixa azul segura diploma durante cerimônia de graduação.

Em vários países, cresce a dúvida sobre o valor da faculdade. Parte da crítica aponta problemas reais. Outra parte nasce de uma expectativa mais estreita: a ideia de que o ensino superior só vale a pena quando prepara diretamente para um emprego.

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Work-life balance: o que é e por que ficou tão difícil separar trabalho e vida pessoal?

Mulher trabalha com notebook no sofá de casa, com celular e materiais de trabalho ao redor, representando a sobreposição entre vida profissional e pessoal.

Separar trabalho e vida parece uma necessidade evidente. Historicamente, essa fronteira é menos natural do que parece. A industrialização ajudou a distinguir casa, emprego e tempo livre; hoje, parte dessa separação voltou a ficar menos nítida.

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Tecnofeudalismo: o que é e por que o conceito é controverso?

Ilustração em estilo medieval mostrando um grande data center no topo de uma colina, cercado por muralhas como um castelo, em alusão ao tecnofeudalismo.

Tecnofeudalismo é a tese de que grandes plataformas digitais passaram a controlar espaços dos quais empresas, trabalhadores e usuários dependem, extraindo renda e estabelecendo suas próprias regras. A analogia com o feudalismo é compreensível. A controvérsia começa quando ela é usada para anunciar o fim do capitalismo.

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Inteligência coletiva: o que é e quando grupos pensam melhor?

Pessoas reunindo diferentes informações em um projeto coletivo.

Grupos podem reunir conhecimentos que nenhuma pessoa possui sozinha. Mas juntar gente não produz automaticamente uma resposta melhor. Inteligência coletiva depende de diversidade, circulação de informação, coordenação e de uma condição especialmente frágil: evitar que todos errem na mesma direção.

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Imaginação sociológica: o que é, exemplos e como usar

Homem em destaque no centro de uma multidão, representando a relação entre experiência individual e vida social.

Uma dificuldade pode parecer exclusivamente pessoal até descobrirmos que milhares de pessoas vivem algo semelhante. A imaginação sociológica ajuda a ligar experiências individuais às estruturas sociais e ao momento histórico em que elas acontecem.

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Livre comércio ou protecionismo: por que os países criam barreiras?

Adam Smith e um monarca debatem diante de um mapa de rotas marítimas, representando o livre comércio e o protecionismo.

Todo país quer mercados abertos para seus produtos, mas também deseja controlar o que entra em seu território. É nessa contradição que convivem livre comércio e protecionismo: o primeiro funciona como uma promessa de abertura, nunca realizada de forma absoluta; o segundo aparece em decisões concretas sobre quais setores, produtos e interesses serão protegidos.

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Por que os países comercializam? Uma história de diferenças, escolhas e interesses

Navios cargueiros e guindastes operando em um porto de contêineres, representando o comércio entre países.

Nenhum país consegue produzir tudo aquilo de que necessita na quantidade, na qualidade, no prazo e no custo desejados. Mas o comércio internacional também existe por uma razão menos evidente: mesmo quando uma nação é capaz de produzir determinado bem, pode ser mais vantajoso concentrar seus recursos em outra atividade e obtê-lo por meio da troca.

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