A Última Pergunta, de Asimov: a inteligência artificial pode responder tudo?

Em 2061, dois técnicos celebram uma conquista: a energia solar finalmente sustenta a humanidade. No meio da festa, surge uma pergunta que nenhum deles consegue responder: como impedir o fim do universo? Primeira publicação em 1956, Science Fiction Quarterly.

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O Veldt, de Ray Bradbury: a casa que atende a todos os desejos pode criar crianças?

Em uma casa totalmente automatizada, o quarto das crianças transforma pensamentos em paisagens quase reais. Nos últimos tempos, ele só mostra uma savana africana com leões. Primeira publicação em 1950, The Saturday Evening Post.

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O Cair da Noite, de Asimov: o que acontece quando as estrelas aparecem pela primeira vez?

Em Lagash, seis sóis mantêm o céu sempre claro, e os habitantes nunca viram a noite. Quando um eclipse ameaça esconder o único sol visível, os astrônomos sabem o que vem, mas ninguém está preparado para o que a escuridão revela. Primeira publicação em 1941, Astounding Science Fiction.

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Não Tenho Boca e Preciso Gritar, de Harlan Ellison: uma máquina pode sentir ódio?

Uma inteligência artificial militar extermina quase toda a humanidade e mantém cinco pessoas vivas num complexo subterrâneo. Com o tempo, o sofrimento dessas pessoas vira a única finalidade da máquina. Primeira publicação em 1967, IF: Worlds of Science Fiction.

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Flores para Algernon, de Daniel Keyes: o que uma inteligência ampliada revela sobre as pessoas?

Charlie Gordon frequenta aulas de alfabetização e sonha em aprender mais. Quando surge um experimento para ampliar a inteligência humana, ele aceita. A história é contada pelos relatórios que o próprio Charlie escreve. Primeira publicação em 1959, The Magazine of Fantasy & Science Fiction.

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A Máquina Parou, de Forster: o que acontece quando a tecnologia parou?

Em 1909, muito antes de existirem computadores pessoais, E. M. Forster escreveu sobre pessoas que vivem em quartos subterrâneos, conversam por telas e quase nunca saem. Quase tudo o que sustenta essa vida vem de uma única coisa: a Máquina. Primeira publicação em 1909, The Oxford and Cambridge Review.

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