A ética na ciência começa por uma pergunta: quem decide o uso do que se descobre? De Frankenstein à bomba atômica, a resposta raramente esteve nas mãos de quem fez a descoberta.
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Frankenstein, de Guillermo del Toro: o criador, a criatura e o abandono
Guillermo del Toro reencontra uma história que o acompanha desde a infância e a transforma num drama gótico sobre pais, filhos e responsabilidades recusadas. Sua versão é visualmente grandiosa, emocionalmente direta e bastante pessoal.
Frankenstein e a IA: o que a história ensina sobre controle e responsabilidade
Frankenstein, de Mary Shelley, não é uma história sobre inteligência artificial. Mas ajuda a pensar um problema que aparece repetidamente na tecnologia: o que acontece quando uma criação produz consequências que seu criador não previu – e quem responde por isso?
O livro é sempre melhor que o filme? Frankenstein e o peso das expectativas
Ler Mary Shelley e assistir a uma adaptação de Frankenstein são experiências diferentes. A comparação faz sentido – desde que o filme não seja tratado como uma prova de memória do livro.
3 livros de ficção científica sobre ética do projeto e responsabilidade tecnológica
A ficção científica é lembrada por inventar mundos – mas os três livros reunidos aqui interessam pelo que dizem sobre o presente: o que acontece quando alguém cria algo, coloca no mundo e não fica para ver o resultado?
Frankenstein: o século elétrico e o medo da ciência
Antes de virar monstro de cinema, Frankenstein nasceu em um século fascinado por máquinas, eletricidade e experimentos com a vida.
A solidão do criador em Frankenstein: por que invenções exigem diálogo?
Todo criador corre o risco de se apaixonar pela própria ideia antes de escutar o mundo. Em Frankenstein, esse risco ganha forma em Victor: ele cria no isolamento, esconde o processo e abandona a consequência.
Por que o monstro de Frankenstein continua atual?
O tempo costuma diminuir medos. Múmias, vampiros e criaturas antigas já viraram fantasia de Halloween. O monstro de Frankenstein, não – e vale entender o porquê.
Frankenstein na tela: 4 adaptações que reinventaram o monstro
Quatro filmes, quatro criaturas diferentes. Dos relâmpagos da Universal ao excesso trágico de Kenneth Branagh, estas adaptações mostram como o cinema foi desmontando e reconstruindo Frankenstein ao longo do século XX.
Mary Shelley e Frankenstein: como nasceu o clássico
Antes do monstro, do raio e do cinema, havia Mary Shelley – uma jovem escritora cercada por debates sobre ciência, vida e os limites do que a razão consegue controlar.