Em Dark, personagens atravessam décadas para impedir perdas que já conhecem. Quanto mais tentam corrigir o passado, mais colaboram para produzir exatamente o futuro do qual desejam fugir.
cinema
O livro é sempre melhor que o filme? Frankenstein e o peso das expectativas
Ler Mary Shelley e assistir a uma adaptação de Frankenstein são experiências diferentes. A comparação faz sentido — desde que o filme não seja tratado como uma prova de memória do livro.
Cinco modelos de futuro na ficção científica
A ficção científica não apresenta um único amanhã. Ela imagina cidades controladas por empresas, sociedades vigiadas, colônias fora da Terra, corpos modificados e mundos reorganizados pela crise ambiental.
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Néon, engrenagens e laboratórios ajudam a reconhecer essas vertentes, mas não bastam para explicá-las. O “punk” aparece quando a tecnologia organiza privilégios, produz excluídos e encontra alguém disposto a enfrentar o sistema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios que ajudam de verdade
Um filme de ficção científica não precisa funcionar como aula de laboratório. Ainda assim, escala, energia, biologia, inteligência artificial e logística ajudam a perceber quando a história constrói boas regras — e quando resolve tudo com uma explicação conveniente.