A tecnologia reduz o trabalho ou apenas muda o tipo de esforço?

Mulher diante de um notebook com interfaces digitais, representando como a tecnologia pode reduzir algumas tarefas e criar novas formas de esforço.

Da roda à inteligência artificial, boa parte da história da tecnologia pode ser contada como uma tentativa de fazer mais com menos esforço. Em muitos casos, conseguimos. O ponto mais interessante aparece depois: o que acontece com o esforço que desaparece de uma tarefa?

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Fadiga de IA: por que a inteligência artificial também pode cansar?

Pessoa cansada diante de um notebook, representando a fadiga de IA e a sobrecarga provocada pelo uso constante de inteligência artificial.

A inteligência artificial prometeu economizar tempo, reduzir tarefas e facilitar decisões, e consegue fazer as três coisas. Escolher ferramentas, escrever comandos, conferir respostas e acompanhar uma novidade atrás da outra também consome atenção. Esse desgaste já tem nome: fadiga de IA.

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Tecnologia não é só tela e algoritmo — nunca foi

Mãos segurando um tablet que exibe homens pré-históricos acendendo fogo numa caverna, simbolizando a continuidade da tecnologia desde a pré-história até o digital.

Quando alguém diz “tecnologia”, a imagem que vem à mente costuma ser de tela, chip ou algoritmo. Mas tecnologia é muito mais antiga do que qualquer circuito integrado — e compreender isso muda as perguntas que fazemos sobre o mundo em que vivemos.

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Inteligência artificial no trabalho: o que muda na sua função?

Profissional com colete laranja e capacete branco segura tablet em galpão logístico, representando o trabalhador que coordena sistemas digitais no ambiente de trabalho.

A inteligência artificial no trabalho muda funções, e não apenas ferramentas. Em muitas áreas, profissionais passam a coordenar sistemas, revisar resultados, combinar informações e responder por decisões produzidas com apoio de máquinas.

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AGI: por que a inteligência artificial geral sempre recua?

Robô com mochila observa o pôr do sol no mar, sugerindo a ideia de AGI como horizonte móvel.

AGI, ou inteligência artificial geral, costuma aparecer como o grande horizonte da IA: uma máquina capaz de aprender tarefas variadas, transferir habilidades e lidar com situações novas. O horizonte se move. Sempre que a máquina automatiza uma competência, a régua da inteligência muda de lugar.

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O dia inteiro te prepara para dizer sim, quando não deveria

Mulher jovem apoiada sobre a mesa com olhos fechados e óculos ao lado, sob luz de abajur, simbolizando esgotamento cognitivo e fadiga de decisão ao fim do dia.

Às dez da manhã, você recusa o biscoito. À meia-noite, você assina um serviço que não precisava, compra algo que não planejou e rola o feed por mais quarenta minutos. Não é, necessariamente, fraqueza. Pode ser esgotamento de recursos cognitivos — e há quem projete produtos contando exatamente com isso.

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IA no mercado de trabalho: ameaça ou oportunidade?

Robô servindo uma xícara de café para um homem que lê um documento, simbolizando a relação entre inteligência artificial e trabalho humano.

A IA vai eliminar empregos. Também vai criar outros. E o que determina qual dos dois efeitos prevalece são as políticas que acompanham a tecnologia. Essa é a posição de Gilbert Houngbo, diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, em entrevista à Deutsche Welle.

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