Aprender não envolve apenas prestar atenção ou guardar informações. Também exige comparar, planejar, criar, resolver problemas e tomar decisões. É nesse nível mais complexo que entram os chamados processos cognitivos superiores.
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Criatividade: como surgem ideias novas e por que criar exige conhecimento
Criatividade costuma ser associada a inspiração, talento ou capacidade de pensar diferente. Mas ideias novas raramente surgem do nada. Elas dependem de conhecimento anterior, combinação de informações, exploração de alternativas e disposição para reorganizar aquilo que já sabemos.
Inteligência e aprendizagem: ser inteligente significa aprender mais rápido?
Inteligência e aprendizagem estão relacionadas, mas não são a mesma coisa. Aprender rápido pode ajudar, claro, mas conhecimento prévio, estratégias, atenção, prática e capacidade de avaliar o próprio desempenho também entram nessa história.
The Mind Explained (T1): memória, sonhos e ansiedade
Cinco episódios curtos sobre o que acontece dentro da sua cabeça. Sem atalhos.
Tecnologia não é só tela e algoritmo — nunca foi
Quando alguém diz “tecnologia”, a imagem que vem à mente costuma ser de tela, chip ou algoritmo. Mas tecnologia é muito mais antiga do que qualquer circuito integrado — e compreender isso muda as perguntas que fazemos sobre o mundo em que vivemos.
Seu cérebro tem atalhos. A tecnologia aprendeu onde ficam.
Existe uma ciência por trás do tempo que você passa no celular. A neurociência chama de plasticidade, memória e atalhos cognitivos. As plataformas chamam de engajamento.
Sono e consolidação da memória: por que dormir ajuda a aprender?
Sono e aprendizagem estão diretamente ligados. Depois de estudar, parte do que foi aprendido ainda precisa ser estabilizada e reorganizada. O sono participa desse processo e também influencia nossa capacidade de formar novas memórias no dia seguinte.
Ambiente de aprendizagem infantil: espaço, vínculo e autonomia
O ambiente de aprendizagem infantil inclui espaço, materiais, relações, rotinas e oportunidades de participação. Não precisa ser sofisticado nem cheio de estímulos. Precisa ser seguro, acessível e flexível, com adultos atentos e recursos que convidem a criança a brincar, escolher, explorar e descansar.
Rotina infantil: como a previsibilidade favorece a aprendizagem
Uma rotina infantil não precisa controlar cada minuto. Precisa oferecer referências que ajudem a criança a antecipar o que vem depois. Horários aproximados, sequências conhecidas e avisos antes das transições reduzem conflitos cotidianos e criam melhores condições para brincar, descansar e aprender.
Corpo e tempo: o relógio biológico contra o relógio social
O corpo funciona em ritmo solar. A tecnologia, em ritmo de notificação. Entre os dois, cresce um custo fisiológico que nenhum app de produtividade contabiliza.