Mulheres na ciência: 4 trajetórias que revelaram o invisível

Retrato ilustrado de Marie Curie, Rachel Carson, Jane Goodall e Hedy Lamarr reunidas em uma mesma composição.

Nem toda grande descoberta chega com barulho. Algumas mudam silenciosamente a forma como enxergamos o mundo. E quando aquilo que parecia invisível começa a aparecer, já não dá para olhar a realidade do mesmo jeito.

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Solos (Prime Video): O significado e a mensagem de cada episódio

Cartaz oficial da série Solos do Prime Video, dividido em quatro faixas verticais coloridas. Da esquerda para a direita: Helen Mirren em traje espacial vermelho, Anne Hathaway em cenário roxo, Morgan Freeman em iluminação amarela e Uzo Aduba em luz azul. O título SOLOS aparece em branco na parte inferior.

Filmada na pandemia, Solos usa a ficção científica minimalista para explorar a condição humana. Com grandes astros em narrativas unipessoais, a série questiona: quem somos quando ninguém está olhando?

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Quando a tecnologia vira mito: por que a EPT precisa devolver o humano ao centro?

Homem com projeções de código binário no rosto, simbolizando a relação crítica entre tecnologia e educação profissional.

A tecnologia costuma chegar antes da conversa séria sobre o que fazer com ela. Vem acompanhada daquela promessa silenciosa, quase mágica: “agora vai”. Mas toda vez que essa crença reaparece, embalada por discursos de inovação, eficiência e modernização, um velho alerta retorna: estamos debatendo tecnologia ou apenas nos curvando diante dela?

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo: algoritmo, opinião, verdade, vínculo e atenção

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus pontos cegos. Os nossos têm algo em comum: costumam se esconder sob a aparência do conforto. O algoritmo, a opinião veloz, a verdade conveniente, a companhia sem atrito e a atenção fragmentada raramente parecem problema enquanto estamos bem instalados dentro deles.

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1984: Novilíngua e a engenharia da memória na era digital

Matriz de gavetas metálicas numeradas, alinhadas em grade, com janelas de etiqueta – aparência de arquivo antigo.

George Orwell – 1949
Em 1984, George Orwell imagina uma sociedade em que controlar a linguagem é também controlar a memória. A Novilíngua não reduz apenas palavras: reduz possibilidades de pensamento. O romance ajuda a pensar como poder, linguagem e verdade continuam disputando o presente.

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