O quarto chinês: a IA entende ou apenas manipula símbolos?

Pessoa em uma sala manipulando cartões com símbolos chineses, representando o experimento do quarto chinês e o debate sobre compreensão na inteligência artificial.

O experimento do quarto chinês, de John Searle, pergunta se manipular símbolos corretamente basta para compreender. Com a IA generativa, essa questão ficou menos abstrata: quando um sistema responde com fluidez, estamos diante de entendimento real ou de uma simulação de entendimento?

Ler mais

O teste de Turing envelheceu? Quando conversar já não basta

Alan Turing mais velho observando uma interface de inteligência artificial em uma tela de computador, em referência ao teste de Turing.

O teste de Turing mudou a pergunta sobre máquinas pensantes: em vez de procurar uma essência da inteligência, observou o desempenho em conversa. Mas a IA generativa complicou o jogo. Se máquinas conversam bem demais, talvez conversar já não seja critério suficiente para pensar inteligência.

Ler mais

1984: Novilíngua e a engenharia da memória na era digital

Matriz de gavetas metálicas numeradas, alinhadas em grade, com janelas de etiqueta – aparência de arquivo antigo.

George Orwell – 1949
Em 1984, George Orwell imagina uma sociedade em que controlar a linguagem é também controlar a memória. A Novilíngua não reduz apenas palavras: reduz possibilidades de pensamento. O romance ajuda a pensar como poder, linguagem e verdade continuam disputando o presente.

Ler mais