Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo: algoritmo, opinião, verdade, vínculo e atenção

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus pontos cegos. Os nossos têm algo em comum: costumam se esconder sob a aparência do conforto. O algoritmo, a opinião veloz, a verdade conveniente, a companhia sem atrito e a atenção fragmentada raramente parecem problema enquanto estamos bem instalados dentro deles.

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Chatbots não são psicólogos

Robô humanóide entrevistando uma mulher em ambiente de terapia.

É fato: cada vez mais gente conversa com chatbots. Isso não significa que estejam “fazendo terapia com IA”. Chatbots não conhecem pessoas; eles organizam textos a partir do que humanos já escreveram. Ainda assim, a busca cresce. Por quê? Porque há momentos em que falar com uma máquina reduz atrito.

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Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk

Pessoa sentada em poltrona vermelha de cinema usando capacete antigo de mergulho; sala escura ao fundo, clima de humor e estranhamento.

Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.

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Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais

Pessoa de terno usando capacete de stormtrooper, em ambiente urbano, foco no contraste entre fantasia e cotidiano.

Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.

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Solaris: Quando o objeto de estudo resiste ao método

Mar ao entardecer em tons de laranja e ciano, com ondas em primeiro plano e profundidade de campo rasa.

Autor: Stanisław LemPublicação: 1961
Em Solaris, Stanisław Lem conta a história de cientistas que tentam compreender um planeta coberto por um oceano aparentemente vivo. O problema é que esse oceano não se comporta como objeto comum de estudo. Ele parece responder, provocar e devolver aos humanos aquilo que eles não conseguem explicar. O romance transforma uma pergunta científica em inquietação filosófica: e se o desconhecido não couber nas nossas categorias?

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A Teoria da Internet Morta: os fantasma por trás da rede

Velas acesas em fileiras, iluminando um ambiente escuro.

Nas últimas décadas, a internet foi celebrada como o maior espaço de encontro humano já criado. Milhões de vozes, conectadas em fóruns, redes sociais e sites, formaram uma gigantesca praça pública digital. Mas, nos últimos anos, uma ideia incômoda começou a circular e a ganhar força – e ela carrega um nome tão intrigante quanto perturbador: a teoria da internet morta.

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Frankenstein: criação, abandono e responsabilidade pelo que colocamos no mundo

Estátua sem cabeça cercada por grades enferrujadas em um bosque, simbolizando o corpo fragmentado e sem controle da criatura de Frankenstein.

Autora: Mary ShelleyPublicação: 1818
Frankenstein costuma ser lembrado como uma história de monstro. Mas o centro do romance de Mary Shelley não está apenas na criatura. Está no criador que consegue dar vida a algo extraordinário e, logo depois, foge da responsabilidade pelo que colocou no mundo.

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Inteligência alienígena: por que Yuval Harari vê a IA como uma força estranha à humanidade

Dois alienígenas iluminados dentro de um carro à noite, com luz intensa ao fundo.

Yuval Noah Harari chama a IA de “inteligência alienígena” porque ela não pensa como humanos, mas já influencia escolhas humanas. A expressão provoca: estamos lidando apenas com uma ferramenta avançada ou com uma forma estranha de poder capaz de reorganizar atenção, confiança e decisão?

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Materialismo Histórico Dialético: das raízes gregas à Revolução Marxista

Jovem em mercearia cercado por produtos, representando o cotidiano material das relações sociais.

Como entender as forças que movem a história? Enquanto muitos atribuem as transformações sociais a ideias abstratas ou a figuras heroicas, existe uma perspectiva que propõe uma análise mais detalhada, onde a história é moldada por condições materiais concretas e suas contradições.

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Inteligência Artificial no Mercado de Trabalho: Ameaça ou Oportunidade?

Robô servindo uma xícara de café para um homem de barba branca que lê um documento, simbolizando a relação entre inteligência artificial e trabalho humano

A Inteligência Artificial está redefinindo o panorama global, e o mercado de trabalho surge como um dos setores mais impactados por essa onda tecnológica. Em entrevista à Deutsche Welle, Gilbert Houngbo, Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), compartilhou percepções sobre os desafios e oportunidades que envolvem a Inteligência Artificial no mercado de trabalho.

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