A inteligência artificial é neutra? Este documentário da Netflix mostra que um algoritmo é tão imparcial quanto as pessoas – e os dados – que o criaram.
Inteligência Artificial
3 Livros Sci-Fi para Questionar a Identidade
A tecnologia moderna vende promessas de alívio: delegar a memória a um banco de dados, a decisão a um algoritmo, a dor a um atalho. Mas, quando a fricção some, sobra o quê de “pessoa”? O debate da identidade aqui não é de laboratório – é de arquitetura.
Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo: algoritmo, opinião, verdade, vínculo e atenção
Toda época tem seus pontos cegos. Os nossos têm algo em comum: costumam se esconder sob a aparência do conforto. O algoritmo, a opinião veloz, a verdade conveniente, a companhia sem atrito e a atenção fragmentada raramente parecem problema enquanto estamos bem instalados dentro deles.
Chatbots não são psicólogos
É fato: cada vez mais gente conversa com chatbots. Isso não significa que estejam “fazendo terapia com IA”. Chatbots não conhecem pessoas; eles organizam textos a partir do que humanos já escreveram. Ainda assim, a busca cresce. Por quê? Porque há momentos em que falar com uma máquina reduz atrito.
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais
Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.
Solaris: Quando o objeto de estudo resiste ao método
Autor: Stanisław Lem – Publicação: 1961
Há objetos que se deixam medir. E há objetos que devolvem perguntas – a ponto de forçar a ciência a revisar o próprio jeito de investigar. Em Solaris, o “objeto” é um oceano planetário que parece responder aos humanos de maneiras que não cabem nas categorias habituais, e isso muda tudo: método, linguagem e até a noção de “explicação”.
A Teoria da Internet Morta: os fantasma por trás da rede
Nas últimas décadas, a internet foi celebrada como o maior espaço de encontro humano já criado. Milhões de vozes, conectadas em fóruns, redes sociais e sites, formaram uma gigantesca praça pública digital. Mas, nos últimos anos, uma ideia incômoda começou a circular e a ganhar força – e ela carrega um nome tão intrigante quanto perturbador: a teoria da internet morta.
Frankenstein: Responsabilidade pós-criação e o paradoxo das propriedades emergentes
Quando colamos partes, celebramos o engenho; quando o conjunto reage, nasce uma dívida. Em Frankenstein (1818), Mary Shelley desloca o terror do laboratório para a agenda moral: o susto não é “dar vida”, é abandonar o que foi posto no mundo.
Inteligência Alienígena: a encruzilhada da humanidade segundo Yuval Harari
A Inteligência Artificial deixou de ser um tema exclusivo da ficção científica para se tornar uma realidade em quase todos os aspectos da vida moderna. Em meio a essa revolução tecnológica, o historiador Yuval Noah Harari emerge como uma voz proeminente, oferecendo uma perspectiva única – e muitas vezes inquietante – sobre o futuro dessas tecnologias digitais. Longe de vê-las meramente como ferramentas, Harari as descreve como uma Inteligência Alienígena.