A visão de Miguel Nicolelis sobre a IA: por que ela não seria “inteligente” nem “artificial”

Cabeça humana coberta com papel alumínio e mãos metálicas apoiadas no rosto.

Para Miguel Nicolelis, chamar sistemas atuais de “inteligência artificial” cria uma ilusão: eles calculam padrões, produzem respostas e automatizam tarefas, mas não pensam como organismos vivos. Sua crítica mira o hype tecnológico e levanta uma pergunta necessária: o que queremos dizer quando chamamos uma máquina de inteligente?

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Inteligência Artificial: o que é, como funciona e por que já mudou nossa forma de pensar

Pessoa usando fones de ouvido enquanto mãos robóticas ajustam o headset, sugerindo a fusão entre humano e inteligência artificial.

A inteligência artificial já não é promessa de laboratório. Ela recomenda, classifica, escreve, traduz, prevê e organiza decisões. Entender IA exige mais do que aprender nomes técnicos: exige perguntar como máquinas que imitam inteligência passaram a interferir em confiança, trabalho, conhecimento e poder.

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