Nos últimos anos, a linguagem da motivação pessoal passou a ocupar o espaço do ensino. Expressões como propósito, atitude e protagonismo invadiram as salas de aula, redefinindo o papel dos professores e transformando a formação em discurso muitas vezes, desconectado dos processos formativos reais.
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Ensinar não é entreter: por que a escola não pode competir com o espetáculo?
Em uma cultura marcada pelo excesso de estímulos, a escola passou a ser cobrada como espetáculo. Este texto discute por que ensinar não é entreter e como a confusão entre aprendizagem, diversão e atenção empobrece o sentido formativo da educação.
Quando aprender vira adaptação: por que as pedagogias atuais esvaziam o ensino na Educação Profissional e Tecnológica
Há algo curioso – e perigoso – no discurso pedagógico contemporâneo: quase tudo soa progressista. Fala-se em autonomia, protagonismo, criatividade, aprendizagem significativa, resolução de problemas. Um vocabulário sedutor, aparentemente incontestável.