Professores não são coaches: quando a autoajuda invade a pedagogia

Professora em ambiente escolar refletindo sobre o sentido do ensino e da aprendizagem.

A escola não precisa transformar professores em técnicos motivacionais. Quando a linguagem da autoajuda invade a pedagogia, problemas de ensino, currículo, avaliação e desigualdade passam a ser tratados como falhas de atitude, propósito ou mindset.

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Ensinar não é entreter: por que a escola não pode competir com espetáculo?

Professor dialogando com estudantes em sala de aula universitária

A aula não precisa disputar atenção com séries, feeds e notificações. Quando a escola tenta competir com o espetáculo, perde justamente aquilo que a torna indispensável: tempo, esforço, silêncio, mediação e encontro real com o conhecimento.

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