IA não é “inteligente” nem “artificial”? Quando a frase vira argumento (e quando vira atalho)

Dois homens frente a frente observam um robô humanoide ao centro, em fundo vermelho.

Há frases que funcionam como martelo: batem no hype, fazem barulho, deixam marca. O problema começa quando o martelo vira régua. Dizer que a IA não é “inteligente” nem “artificial” pode ser um bom choque retórico – mas, sem definir termos, vira o tipo de afirmação que parece profunda, porém, escapa de qualquer teste.

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Solos (Prime Video): O significado e a mensagem de cada episódio

Cartaz oficial da série Solos do Prime Video, dividido em quatro faixas verticais coloridas. Da esquerda para a direita: Helen Mirren em traje espacial vermelho, Anne Hathaway em cenário roxo, Morgan Freeman em iluminação amarela e Uzo Aduba em luz azul. O título SOLOS aparece em branco na parte inferior.

Filmada na pandemia, Solos usa a ficção científica minimalista para explorar a condição humana. Com grandes astros em narrativas unipessoais, a série questiona: quem somos quando ninguém está olhando?

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Manipulação, Viés e Vício: 3 Documentários da Netflix para Entender a Era Digital

Mão segurando controle remoto apontado para TV com logo da Netflix, ilustrando a análise de documentários sobre tecnologia e manipulação

Você usa a rede ou é a rede que usa você? Separamos três documentários da Netflix que mostram o que acontece nos bastidores dos seus cliques e scrolls. Isso aqui não é uma conversa apenas sobre tecnologia – é sobre comportamento.

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Quando a tecnologia vira mito: Por que precisamos devolver o humano ao centro da Educação Profissional e Tecnológica?

Homem com projeções de código binário no rosto, simbolizando a relação crítica entre tecnologia e educação profissional.

A tecnologia sempre chega antes da conversa séria sobre o que fazer com ela. É como se cada novo artefato viesse acompanhado de uma promessa não escrita: “agora vai”.

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus nós. A nossa enlaça pelo menos cinco ao mesmo tempo: a escolha mediada por algoritmos, a fala veloz que dispensa escuta, a verdade dispersa em versões, a companhia artificial sem atrito e a atenção leiloada a cada vibração de tela. Mais que temas isolados, são faces de uma pergunta só: como permanecer humanos quando a experiência é rearranjada por métricas, recomendações e atalhos?

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Liberdade em tempos de algoritmo: Quem escolhe o que escolhemos?

Silhueta humana com projeção de códigos binários, simbolizando o controle invisível dos algoritmos.

Vivemos cercados por promessas de liberdade digital, mas cada clique revela uma fricção. Os algoritmos aprendem, preveem e, sem alarde, empurram escolhas. Por isso, ser livre – hoje – talvez signifique desconfiar do que parece feito sob medida.

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1984: Novilíngua e a engenharia da memória na era digital

Matriz de gavetas metálicas numeradas, alinhadas em grade, com janelas de etiqueta – aparência de arquivo antigo.

Autor: George Orwell – Publicação: 1949
Em 1984, linguagem e memória são infraestrutura de poder – não “detalhe cultural”. Se você controla as palavras, você encurta o pensamento. Se você controla os registros, você troca o passado por um presente eterno.

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