Correlação e Causalidade: por que “andar junto” pode não provar nada?

Mural com mapa, fotos e fios vermelhos conectando pontos, enquanto uma mão aponta para o quadro.

Dois fenômenos podem caminhar lado a lado por anos — e ainda assim não ter relação causal. A mente ama coincidências com cara de explicação: “aconteceu junto, logo foi por causa”. Em ciência e fora dela, essa pressa produz diagnósticos ruins e certezas barulhentas demais.

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Sistema de Lógica (Mill) – Livro VI: Ciências morais e sociais – método, limites e ambições

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 6.

O mundo físico costuma perdoar pouco: errou o cálculo, a ponte cai. O mundo humano é mais educado — ele deixa o erro sobreviver como “explicação plausível”. No Livro VI, Mill enfrenta essa cordialidade perigosa: como aplicar método quando as causas se empilham, os contextos mudam e a linguagem tenta substituir evidência?

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Sistema de Lógica (Mill) – Livro III: Indução – o salto controlado do particular ao geral

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 3.

A ciência vive de um movimento arriscado: olhar alguns casos e afirmar algo sobre muitos. Isso pode ser método ou pode ser superstição com jaleco. Mill entra no coração desse risco: quando a generalização é legítima, quando é só pressa — e como a ideia de causa tenta pôr disciplina no “funcionou comigo”.

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Falácias Lógicas: Tropeços ou Armadilhas?

Duas pessoas conversam na rua; uma mulher de braços cruzados encara um homem, sugerindo desacordo.

Alguma vez você entrou numa discussão em que tudo parecia impecável — e, ainda assim, a conclusão não se sustentava? Em geral, não é falta de opinião: é falha de argumento. Falácias estão por toda parte. Mas não se preocupe, pois e reconhecê-las não exige latim.

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