Professores não são Coaches: Quando a linguagem da autoajuda invade a pedagogia

Professora em ambiente escolar refletindo sobre o sentido do ensino e da aprendizagem.

Nos últimos anos, a linguagem da motivação pessoal passou a ocupar o espaço do ensino. Expressões como propósito, atitude e protagonismo invadiram as salas de aula, redefinindo o papel dos professores e transformando a formação em discurso muitas vezes, desconectado dos processos formativos reais.

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Ensinar não é entreter: por que a escola não pode competir com o espetáculo?

Professor dialogando com estudantes em sala de aula universitária

Em uma cultura marcada pelo excesso de estímulos, a escola passou a ser cobrada como espetáculo. Este texto discute por que ensinar não é entreter e como a confusão entre aprendizagem, diversão e atenção empobrece o sentido formativo da educação.

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus nós. A nossa enlaça pelo menos cinco ao mesmo tempo: a escolha mediada por algoritmos, a fala veloz que dispensa escuta, a verdade dispersa em versões, a companhia artificial sem atrito e a atenção leiloada a cada vibração de tela. Mais que temas isolados, são faces de uma pergunta só: como permanecer humanos quando a experiência é rearranjada por métricas, recomendações e atalhos?

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O esforço de pensar – e de agir

Mulher tocando as têmporas, concentrada, em fundo azul claro.

Pensar não é um “estado natural” contínuo – é um trabalho. E, como todo trabalho, tem custo: atenção, autocontrole e decisão exigem esforço. Quando esse custo sobe, a mente faz o que sabe fazer bem: economiza. É aí que atalhos cognitivos deixam de ser detalhes e viram pilotos.

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