O livro é sempre melhor que o filme? Frankenstein e o peso das expectativas

Duas crianças pequenas brincam juntas no chão com uma torre de blocos coloridos, praticando aprendizado social e funções executivas.

A nova adaptação de Frankenstein, dirigida por Guillermo del Toro e lançada na Netflix, reacendeu o debate: afinal, o livro é sempre melhor que o filme? Parte do incômodo pode vir menos da obra e mais da forma como enxergamos adaptações.

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Frankenstein na tela: 4 adaptações essenciais antes da Netflix

Cena da adaptação de Frankenstein da Netflix mostrando o cientista em um auditório diante de uma plateia, realizando uma demonstração pública.

Estas são as versões que moldaram o imaginário do cinema – dos relâmpagos de 1931 à tentativa fiel de 1994. Cada época projetou seu medo no mesmo corpo. Ver (ou rever) essas quatro adaptações é entender como o monstro de Mary Shelley foi sendo reconstruído – pedaço por pedaço – pela lente do tempo.

Cinco modelos de futuro na ficção científica

Três pessoas em estúdio neutro, com estética futurista: mulher ao centro com braço biônico erguido; dois homens ao fundo usando próteses de perna e roupas pretas minimalistas.

Nem toda nave aponta para o mesmo amanhã. Há futuros de abundância e de racionamento, de autonomia e de controle. E, nesse contexto, a boa ficção científica não prevê o futuro – testa hipóteses. Por isso, para você reconhecer alguns padrões, aqui vão cinco modelos de futuro na ficção científica.

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Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk

Pessoa sentada em poltrona vermelha de cinema usando capacete antigo de mergulho; sala escura ao fundo, clima de humor e estranhamento.

Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.

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Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais

Pessoa de terno usando capacete de stormtrooper, em ambiente urbano, foco no contraste entre fantasia e cotidiano.

Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.

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Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras estratégias de continuação

Balde de pipoca com óculos 3D sobre a poltrona em sala de cinema; fileiras vermelhas ao fundo.

Sabe aquela sensação de já ter visto a história, o personagem – ou até o ambiente? Pois é: nem sempre é memória pregando peça; muitas vezes são reedições de ideias calculadas pelo mercado cinematográfico. Para entender um pouco a respeito dessas reproduções, apresentamos o que é remake, reboot, spin-off e outros déjà-vus do cinema.

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