Professores não são Coaches: Quando a linguagem da autoajuda invade a pedagogia

Professora em ambiente escolar refletindo sobre o sentido do ensino e da aprendizagem.

Nos últimos anos, a linguagem da motivação pessoal passou a ocupar o espaço do ensino. Expressões como propósito, atitude e protagonismo invadiram as salas de aula, redefinindo o papel dos professores e transformando a formação em discurso muitas vezes, desconectado dos processos formativos reais.

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Ensinar não é entreter: por que a escola não pode competir com o espetáculo?

Professor dialogando com estudantes em sala de aula universitária

Em uma cultura marcada pelo excesso de estímulos, a escola passou a ser cobrada como espetáculo. Este texto discute por que ensinar não é entreter e como a confusão entre aprendizagem, diversão e atenção empobrece o sentido formativo da educação.

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Brincar é coisa séria: a essência do aprendizado natural

Crianças montando um foguete de papel colorido em uma mesa repleta de lápis, tesoura e folhas, representando a criatividade e o aprendizado por meio do brincar.

Uma criança de cinco anos diante de uma caixa de papelão enxerga o que nós esquecemos: possibilidades. Castelo, foguete, esconderijo, laboratório. Tesoura, fita e tinta em mãos, ela negocia regras, testa hipóteses, erra e tenta de novo.

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