Intestino: segundo Cérebro ou nova Vaca Leiteira?

Representação simbólica da saúde intestinal e da conexão entre intestino e cérebro.

Nos últimos anos, o intestino virou celebridade. Revistas e influenciadores o chamam de “segundo cérebro”, alegando que cuidar da flora intestinal é o novo caminho para a felicidade, foco e longevidade. Mas, até onde vai a ciência – e onde começa a publicidade?

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Undone: A Rotoscopia que dissolve o Tempo, a Mente e a Realidade

Close-up dos olhos da personagem Alma, da série Undone, espiando por debaixo de um tecido ou lençol azul escuro salpicado de estrelas, com o título "undone" em letras brancas na parte inferior.

Undone usa a rotoscopia não por estética, mas para dissolver a realidade. Ao acompanhar Alma, a série nos lança num debate entre neurociência e xamanismo: seriam suas visões um sintoma de esquizofrenia ou uma habilidade de manipular o tempo?

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O esforço de pensar – e de agir

Mulher tocando as têmporas, concentrada, em fundo azul claro.

Pensar não é um “estado natural” contínuo – é um trabalho. E, como todo trabalho, tem custo: atenção, autocontrole e decisão exigem esforço. Quando esse custo sobe, a mente faz o que sabe fazer bem: economiza. É aí que atalhos cognitivos deixam de ser detalhes e viram pilotos.

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Número de Dunbar: limite humano ou regra de bolso?

Grupo de jovens sorrindo enquanto tira uma selfie em ambiente interno, alguns segurando taças.

Dá para “gerenciar” apenas ~150 relações estáveis? Nos anos 1990, uma correlação entre tamanho do neocórtex em primatas e tamanho do grupo levou à estimativa de que humanos manteriam cerca de 150 vínculos significativos. Três décadas depois, o número virou cultura pop – mas o que realmente resta quando olhamos a evidência com lupa?

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Nudges: qual é o tamanho real do empurrãozinho?

Pessoa usando notebook ao lado de parede com post-its coloridos em escritório.

Mudar o texto de um botão, enviar um lembrete ou definir um padrão diferente pode alterar escolhas – mas quanto isso realmente muda? Depois do hype, metanálises recentes analisaram centenas de experimentos de choice architecture. O que sobra quando olhamos sem promessas fáceis e com medidas comparáveis?

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Ego Depletion: o que a mega réplica pré-registrada realmente mostrou

Homem com boné preto e barba, expressão pensativa ao ar livre, luz suave ao entardecer.

A força de vontade “acaba” como bateria de celular – ou a história é mais complexa? Uma grande réplica multilaboratórios, com protocolo público e planejamento estatístico adequado, testou o famoso efeito de ego depletion e esfriou a metáfora do “tanque” de autocontrole. O que fica quando olhamos sem atalhos?

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Taxas de câmbio fixas e a intervenção cambial: segurar a moeda a qualquer custo?

Close-up de cédula de dólar presa por elásticos, simbolizando moeda ancorada e intervenção cambial.

Quando um país escolhe fixar sua moeda a outra (como o real já foi atrelado ao dólar), ele promete que, custe o que custar, a taxa de câmbio não vai variar. Isso dá previsibilidade para comércio e contratos, mas cobra uma conta alta.

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Neuroplasticidade: Como o Cérebro se Reconstrói ao longo da Vida?

Ilustração digital de um cérebro humano em roxo, com detalhes em verde, sobre fundo claro e abstrato.

Durante décadas, acreditou-se que o cérebro, após o desenvolvimento inicial, era uma estrutura fixa e imutável. Mas a verdade é que cada novo conhecimento adquirido e cada desafio superado redefine, literalmente, as conexões e a própria estrutura do nosso sistema nervoso.

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Psicomotricidade: uma Dança entre o Corpo e as Emoções

Dois homens dançando de forma sincronizada sob um viaduto, simbolizando a psicomotricidade como integração entre corpo, mente e emoção.

Durante muito tempo, a psicomotricidade foi associada apenas à coordenação motora – como se mover bem fosse o bastante. Hoje sabemos que isso é uma meia verdade. O movimento humano é uma síntese viva entre cognição, emoção e adaptação ao ambiente.

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Memória: Como o Cérebro Tece (e Desfaz) nossas Histórias

Família reunida nos degraus da Basílica Velha, em Aparecida (SP), em 1979. Na imagem, três crianças sentadas e três mulheres em pé, representando uma lembrança afetiva do passado.

Por que um evento pode se transformar em uma lembrança duradoura ou desaparecer rapidamente? Nosso cérebro opera constantemente construindo, reformando e, muitas vezes, removendo acontecimentos de nossas lembranças. Mais do que simples registros passivos, nosso processo de arquivamento é um conjunto de ações ativas e mutáveis.

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