Platão, Nietzsche e a verdade em disputa

Homem em conversa, de cabeça baixa e expressão pensativa, simbolizando o conflito entre razão e dúvida.

Vivemos entre duas tentações – a de crer numa verdade firme, acima de nós, e a de tratar tudo como interpretação. Platão puxa para o fundamento; Nietzsche, para a criação. O que acontece com a vida comum quando trocamos o altar pela obra – e o eterno pelo provisório?

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus nós. A nossa enlaça pelo menos cinco ao mesmo tempo: a escolha mediada por algoritmos, a fala veloz que dispensa escuta, a verdade dispersa em versões, a companhia artificial sem atrito e a atenção leiloada a cada vibração de tela. Mais que temas isolados, são faces de uma pergunta só: como permanecer humanos quando a experiência é rearranjada por métricas, recomendações e atalhos?

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Liberdade em tempos de algoritmo: Quem escolhe o que escolhemos?

Silhueta humana com projeção de códigos binários, simbolizando o controle invisível dos algoritmos.

Vivemos cercados por promessas de liberdade digital, mas cada clique revela uma fricção. Os algoritmos aprendem, preveem e, sem alarde, empurram escolhas. Por isso, ser livre – hoje – talvez signifique desconfiar do que parece feito sob medida.

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René Descartes: O Arquiteto da Razão Moderna

Retrato de René Descartes com roupas escuras e gola branca, olhando diretamente para o observador.

Com sua famosa máxima “Penso, logo existo”, ele colocou o sujeito pensante no centro da investigação filosófica, desafiando séculos de tradição. Mais que um filósofo, foi um pioneiro da modernidade, sugerindo que a razão poderia ser a chave para desvendar tanto o universo quanto a própria mente humana. Por essas e outras razões, o mundo nunca se esquecerá de <RENÉ DESCARTES>

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O que significa ser Natural?

Mulher sorrindo com prótese no braço segura um pimentão amarelo sobre uma mesa.

“Natural” parece uma palavra simples – até o momento em que ela começa a mandar no argumento. Em rótulos, conversas e debates, “natural” costuma funcionar como selo de virtude: se é natural, é bom; se não é, é suspeito. O problema é que, independentemente da área de conhecimento, essa palavra não é conclusão – é campo de batalha.

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Falácias Lógicas: Tropeços ou Armadilhas?

Duas pessoas conversam na rua; uma mulher de braços cruzados encara um homem, sugerindo desacordo.

Alguma vez você entrou numa discussão em que tudo parecia impecável – e, ainda assim, a conclusão não se sustentava? Em geral, não é falta de “opinião”: é falha de argumento. Falácias estão por toda parte – conversas cotidianas, propaganda, debate político e até divulgação científica.

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