Sistema de Lógica (Mill) – Livro III: Indução – o salto controlado do particular ao geral

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 3.

A ciência vive de um movimento arriscado: olhar alguns casos e afirmar algo sobre muitos. Isso pode ser método ou pode ser superstição com jaleco. Mill entra no coração desse risco: quando a generalização é legítima, quando é só pressa — e como a ideia de causa tenta pôr disciplina no “funcionou comigo”.

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Sistema de Lógica (Mill) – Livro II: Raciocinar não é “chegar”; é justificar o caminho

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 2.

A mente adora o destino — “logo, portanto, fim”. Mas Mill desconfia do turismo intelectual: o valor do raciocínio não está em soar correto, mas em mostrar por que é correto. O Livro II entra onde muita gente finge chegar: inferência, prova e o preço de cada “portanto”.

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Sistema de Lógica (Mill) – Livro I: O primeiro laboratório é a língua

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 1.

A ciência adora parecer objetiva, mas tropeça onde menos confessa: nas palavras com que pensa. Mill começa pelo básico — e pelo mais traiçoeiro: nomes, classes, definições. Antes de método, ele calibra o instrumento.

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Sistema de Lógica: John Stuart Mill

Retrato de John Stuart Mill em primeiro plano, com conferência científica moderna e pesquisadores ao fundo.

A ciência não avança só com descobertas; avança quando aprende a justificar. Mill ajusta as ferramentas antes de construir: linguagem, inferência, indução, falácias e o terreno humano. Se a obra é longa, a ambição é simples: menos brilho retórico, mais lastro.

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Estoicismo: o que depende de nós quando a vida aperta?

Pessoa sozinha sentada à beira-mar, em silêncio, olhando o horizonte.

Quando tudo aperta, o estoicismo propõe uma distinção difícil: cuidar do que depende de nós e não entregar a vida ao que escapa ao nosso controle. O problema é saber onde termina a lucidez e começa a acomodação.

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Utilitarismo: o bem-estar do maior número basta para fazer justiça?

Equipe de escritório comemorando, jogando papéis para o alto, simbolizando sucesso coletivo.

O utilitarismo promete clareza: medir consequências e escolher o que aumenta o bem-estar do maior número. O problema aparece quando a soma parece justa no papel, mas exige sacrifícios que recaem sempre sobre alguém concreto.

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