Imperativo Categórico: o que ainda pode valer para todos?

Relógio de xadrez representando regras iguais para todos os jogadores, metáfora da ética universal de Kant.

Kant desloca a pergunta moral: em vez de perguntar o que funciona, ele pergunta o que pode valer para qualquer pessoa. Num tempo cheio de atalhos e exceções convenientes, essa régua continua desconfortável – e necessária.

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo: algoritmo, opinião, verdade, vínculo e atenção

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus pontos cegos. Os nossos têm algo em comum: costumam se esconder sob a aparência do conforto. O algoritmo, a opinião veloz, a verdade conveniente, a companhia sem atrito e a atenção fragmentada raramente parecem problema enquanto estamos bem instalados dentro deles.

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IAT e preconceito implícito: o que o teste realmente mede?

Mulher com óculos, mão cobrindo a boca, olhar direto, luz natural suave.

“Não sou preconceituoso, mas o teste deu alto.” A frase resume a promessa e o problema do IAT: um instrumento que revelaria vieses que você nem sabia ter — e que, uma vez revelados, poderiam ser treinados e corrigidos. A promessa era poderosa. A ponte entre o escore e o comportamento real, nem tanto.

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Estilos de aprendizagem: o que as evidências realmente mostram?

Professora orienta três estudantes enquanto montam um robô com peças vermelhas sobre a mesa, em sala de aula iluminada.

“Sou visual.” A frase soa como autoconhecimento — e talvez seja. Mas quando um sistema educacional inteiro decide ensinar cada aluno “no estilo dele”, a pergunta muda: há evidência de que isso funciona, ou estamos confundindo aprendizagem com conforto?

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