Taxa de juros de equilíbrio: equilíbrio no mercado financeiro e sua influência no câmbio

Pilha de moedas em close com relógio desfocado ao fundo, representando o preço do tempo e a taxa de juros de equilíbrio

Todo dia alguém pergunta “os juros vão subir ou cair?”. Antes da previsão, vem a base: existe um ponto em que a economia “se acerta” – quando oferta e demanda por dinheiro e por ativos se encontram, sem sobra nem falta de liquidez.

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Conceitos básicos sobre a demanda por dinheiro: moeda, juros, câmbio e níveis de preço

Cédulas de real em close, com nota de 100 em destaque sobre notas de 50, representando dinheiro em circulação.

Quando a inflação aperta ou a incerteza cresce, por que as pessoas e as empresas decidem segurar caixa em vez de investir? A demanda por dinheiro não é capricho: ela responde a juros, preciosidade da liquidez e expectativas – e isso muda o jogo do câmbio, do crédito e do nível de atividade.

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Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk

Pessoa sentada em poltrona vermelha de cinema usando capacete antigo de mergulho; sala escura ao fundo, clima de humor e estranhamento.

Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.

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Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais

Pessoa de terno usando capacete de stormtrooper, em ambiente urbano, foco no contraste entre fantasia e cotidiano.

Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.

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Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras estratégias de continuação

Balde de pipoca com óculos 3D sobre a poltrona em sala de cinema; fileiras vermelhas ao fundo.

Sabe aquela sensação de já ter visto a história, o personagem – ou até o ambiente? Pois é: nem sempre é memória pregando peça; muitas vezes são reedições de ideias calculadas pelo mercado cinematográfico. Para entender um pouco a respeito dessas reproduções, apresentamos o que é remake, reboot, spin-off e outros déjà-vus do cinema.

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Eu, Robô: Três Leis, casos de borda e a ética do literalismo

Mulher recebe de um braço robótico uma flor laranja em estúdio, luzes azul e vermelha ao fundo.

Autor: Isaac Asimov – Publicação: 1950
Regras claras parecem seguras – até o mundo real aparecer com contexto, conflito e exceção. Eu, Robô é uma coleção de histórias montada para stressar um pacote de regras famosas (as Três Leis) como se fossem especificações de engenharia. E o resultado é simples: regra perfeita em tese vira dor de cabeça em produção.

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Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?: A empatia como documento de identidade

Close de teclado com uma mão orgânica e outra protética digitando — ambíguo se é um humano com mão de androide ou um androide com mão humana.

Autor: Philip K. Dick – Publicação: 1968
Num mundo em que réplicas são quase indistinguíveis de humanos, o “humano” deixa de ser uma discussão filosófica e vira um resultado de teste. Em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, a fronteira entre pessoa e máquina passa por medições questionáveis.

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Solaris: Quando o objeto de estudo resiste ao método

Mar ao entardecer em tons de laranja e ciano, com ondas em primeiro plano e profundidade de campo rasa.

Autor: Stanisław Lem – Publicação: 1961
Há objetos que se deixam medir. E há objetos que devolvem perguntas – a ponto de forçar a ciência a revisar o próprio jeito de investigar. Em Solaris, o “objeto” é um oceano planetário que parece responder aos humanos de maneiras que não cabem nas categorias habituais, e isso muda tudo: método, linguagem e até a noção de “explicação”.

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1984: Novilíngua e a engenharia da memória na era digital

Matriz de gavetas metálicas numeradas, alinhadas em grade, com janelas de etiqueta – aparência de arquivo antigo.

Autor: George Orwell – Publicação: 1949
Em 1984, linguagem e memória são infraestrutura de poder – não “detalhe cultural”. Se você controla as palavras, você encurta o pensamento. Se você controla os registros, você troca o passado por um presente eterno.

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Admirável Mundo Novo: Biotecnologia, soma e o algoritmo da estabilidade social

Retrato em close de uma mulher com cabelo castanho e sorriso amplo, vestindo blusa cinza, sobre fundo escuro.

Autor: Aldous Huxley – Publicação: 1932Em Admirável Mundo Novo, a estabilidade social não depende de pancada – depende de administração. O sistema não precisa quebrar você; ele te organiza. E, quando necessário, te acalma com uma dose bem calibrada de prazer.

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