O corpo Humano não é uma Máquina

Rosto de androide com traços humanos, simbolizando a comparação entre o corpo humano e a máquina.

Nos acostumamos a comparar o corpo humano a uma máquina. Falamos em “queimar combustível”, “economizar energia”, “fazer manutenção”. Essa analogia, nascida no século XIX, ajudou a explicar o corpo como sistema organizado e previsível. Mas, como lembram os fisiologistas modernos, o organismo não é um motor com peças substituíveis – é um sistema vivo, adaptável e emocionalmente permeável.

Ler mais

Biohacking: com B de Business e Bilhões

Pessoa com viseira tecnológica cobrindo os olhos, simbolizando a fusão entre corpo e tecnologia.

Quando a ficção científica deixa de ser metáfora e vira manual de autocontrole, começamos a acreditar que o corpo pode ser programado como um software – atualizável, mensurável, otimizado. Mas, depois de cápsulas, jejuns e promessas, o que sobra quando desligamos o marketing e olhamos “apenas” para a biologia?

Ler mais

Jejum Intermitente: pílula antienvelhecimento ou um distúrbio alimentar disfarçado?

Copos de suco e água sobre bandeja com relógio ao fundo, simbolizando a prática do jejum intermitente.

Quando o comportamento transforma o relógio biológico em um cronômetro de refeições, a rotina diária ganha novos rituais. Nesse cenário, o jejum intermitente se tornou o queridinho do biohacking: promete clareza mental, energia estável e envelhecimento mais lento. Mas, será que o corpo entende essa pausa como algo positivo?

Ler mais

Inflammaging: como um intestino “Vazado” pode acelerar seu Relógio Biológico

Pessoa deitada em ambiente iluminado com relógio ao fundo, simbolizando o envelhecimento celular e o cansaço sistêmico.

À medida que envelhecemos, nosso corpo sofre uma espécie de corrosão silenciosa conhecida como inflammaging. E a peça central desse fogo pode estar onde menos imaginamos – no intestino. Mas, será que esse fenômeno acelera de fato o relógio biológico – ou é só mais um jargão da indústria da longevidade?

Ler mais

Intestino: segundo Cérebro ou nova Vaca Leiteira?

Representação simbólica da saúde intestinal e da conexão entre intestino e cérebro.

Nos últimos anos, o intestino virou celebridade. Revistas e influenciadores o chamam de “segundo cérebro”, alegando que cuidar da flora intestinal é o novo caminho para a felicidade, foco e longevidade. Mas, até onde vai a ciência – e onde começa a publicidade?

Ler mais

Undone: A Rotoscopia que dissolve o Tempo, a Mente e a Realidade

Close-up dos olhos da personagem Alma, da série Undone, espiando por debaixo de um tecido ou lençol azul escuro salpicado de estrelas, com o título "undone" em letras brancas na parte inferior.

Undone usa a rotoscopia não por estética, mas para dissolver a realidade. Ao acompanhar Alma, a série nos lança num debate entre neurociência e xamanismo: seriam suas visões um sintoma de esquizofrenia ou uma habilidade de manipular o tempo?

Ler mais

Tales from the Loop: Infância, Segredos e o Confronto com a Perda

Homem mais velho com chapéu, barba e casaco xadrez sorrindo para um garoto. À direita, um homem adulto de camisa polo (Ed) com um aparato tecnológico no braço, parado na frente de uma casa, com uma menina sentada atrás dele.

A infância aqui não é inocência, é verdade crua. Enquanto as crianças encaram a finitude com coragem, os adultos usam a tecnologia para tentar mascarar, em vão, a fragilidade de suas estruturas emocionais diante da perda.

Ler mais

Tales from the Loop: A paralisia do medo e o tempo congelado

Jovem garota de casaco amarelo e óculos escuros deitada na rua olhando para um garoto de camisa cáqui. À direita, close no rosto de um garoto deitado na terra, olhando para cima através de galhos.

A ciência do Loop transforma o arrependimento em prisão física. Vemos como o passado não resolvido gera uma paralisia emocional, isolando personagens que usam o tempo estático ou a tecnologia para fugir do confronto com a mudança.

Ler mais