Caixa que respira: gestão de capital de giro e tesouraria sem mistério

Pessoa usando aplicativo de vendas em terminal de caixa registradora.

Empresa estável não vive de sustos: separa operação de financiamento, mede o que a operação pede e o que o longo prazo entrega – e ajusta prazos e políticas para o caixa funcionar sem soluços. É isso que põe o giro para respirar.

Ler mais

IAT e preconceito implícito: o que o teste realmente mede?

Mulher com óculos, mão cobrindo a boca, olhar direto, luz natural suave.

“Não sou preconceituoso, mas o teste deu alto.” A frase resume a promessa e o problema do IAT: um instrumento que revelaria vieses que você nem sabia ter — e que, uma vez revelados, poderiam ser treinados e corrigidos. A promessa era poderosa. A ponte entre o escore e o comportamento real, nem tanto.

Ler mais

Estilos de aprendizagem: o que as evidências realmente mostram?

Professora orienta três estudantes enquanto montam um robô com peças vermelhas sobre a mesa, em sala de aula iluminada.

“Sou visual.” A frase soa como autoconhecimento — e talvez seja. Mas quando um sistema educacional inteiro decide ensinar cada aluno “no estilo dele”, a pergunta muda: há evidência de que isso funciona, ou estamos confundindo aprendizagem com conforto?

Ler mais

Do hype às evidências: quando estudos famosos enfrentam novos métodos

Olhos em foco vistos através de superfície translúcida com manchas orgânicas, sugerindo exame minucioso.

Um estudo sai. A manchete viraliza. O conceito vira verbo. E quando outra equipe refaz a pesquisa com mais rigor, o resultado encolhe — ou muda de endereço. Essas histórias não são sobre ciência que “falhou”; são sobre ciência que finalmente fez o trabalho completo.

Ler mais

Growth mindset: o que o experimento nacional de 2019 realmente mostrou?

Mulher jovem, olhar pensativo, mão no queixo, fundo de parede cinza

“Não sou bom nisso… ainda.” A frase virou mantra em escolas, palestras e livros de autoajuda. A promessa era poderosa: mude a crença do aluno sobre inteligência e o desempenho melhora. Até que um experimento com dezenas de milhares de estudantes mostrou que a história era mais complicada — e mais interessante — do que o slogan.

Ler mais

Efeito Mozart: o que sobrou do hype original?

Pintura clássica de Mozart, com peruca clara e casaca vermelha, fundo escuro.

“Coloque Mozart para tocar e seu filho ficará mais inteligente.” A frase virou conselho de maternidade, argumento de marketing e até política pública. O estudo original nunca disse isso — mas a manchete foi mais rápida do que a leitura do artigo, e uma sonata de dez minutos virou promessa de QI.

Ler mais

O dia inteiro te prepara para dizer sim quando não deveria

Mulher jovem apoiada sobre a mesa com olhos fechados e óculos ao lado, sob luz de abajur, simbolizando esgotamento cognitivo e fadiga de decisão ao fim do dia.

Às dez da manhã, você recusa o biscoito. À meia-noite, você assina um serviço que não precisava, compra algo que não planejou e rola o feed por mais quarenta minutos. Não é, necessariamente, fraqueza. Pode ser esgotamento de recursos cognitivos — e há quem projete produtos contando exatamente com isso.

Ler mais

Power Posing: o que a réplica de 2015 realmente mostrou?

Mulher em cosplay de Mulher-Maravilha, mãos na cintura em postura expansiva, olhando à frente ao entardecer.

Dois minutos de pé, mãos na cintura, peito aberto — e você sai da sala com mais testosterona, menos cortisol e mais disposição para arriscar. A promessa cabia num TED Talk entre os mais vistos da história e numa capa de revista. Até que alguém repetiu o experimento com mais gente e mais rigor — e a biologia não apareceu.

Ler mais