Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus nós. A nossa enlaça pelo menos cinco ao mesmo tempo: a escolha mediada por algoritmos, a fala veloz que dispensa escuta, a verdade dispersa em versões, a companhia artificial sem atrito e a atenção leiloada a cada vibração de tela. Mais que temas isolados, são faces de uma pergunta só: como permanecer humanos quando a experiência é rearranjada por métricas, recomendações e atalhos?

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Liberdade em tempos de algoritmo: Quem escolhe o que escolhemos?

Silhueta humana com projeção de códigos binários, simbolizando o controle invisível dos algoritmos.

Vivemos cercados por promessas de liberdade digital, mas cada clique revela uma fricção. Os algoritmos aprendem, preveem e, sem alarde, empurram escolhas. Por isso, ser livre – hoje – talvez signifique desconfiar do que parece feito sob medida.

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René Descartes: O Arquiteto da Razão Moderna

Retrato de René Descartes com roupas escuras e gola branca, olhando diretamente para o observador.

Com sua famosa máxima “Penso, logo existo”, ele colocou o sujeito pensante no centro da investigação filosófica, desafiando séculos de tradição. Mais que um filósofo, foi um pioneiro da modernidade, sugerindo que a razão poderia ser a chave para desvendar tanto o universo quanto a própria mente humana. Por essas e outras razões, o mundo nunca se esquecerá de <RENÉ DESCARTES>

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Materialismo Histórico Dialético: das raízes gregas à Revolução Marxista

Jovem em mercearia cercado por produtos, representando o cotidiano material das relações sociais.

Como entender as forças que movem a história? Enquanto muitos atribuem as transformações sociais a ideias abstratas ou a figuras heroicas, existe uma perspectiva que propõe uma análise mais detalhada, onde a história é moldada por condições materiais concretas e suas contradições.

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O que significa ser Natural?

Mulher sorrindo com prótese no braço segura um pimentão amarelo sobre uma mesa.

“Natural” parece uma palavra simples – até o momento em que ela começa a mandar no argumento. Em rótulos, conversas e debates, “natural” costuma funcionar como selo de virtude: se é natural, é bom; se não é, é suspeito. O problema é que, independentemente da área de conhecimento, essa palavra não é conclusão – é campo de batalha.

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