Todo criador paga um preço. No caso de Victor Frankenstein, o preço é o isolamento. Ao dar forma ao impossível, ele se separa do mundo comum – ninguém entende o que ele fez, e ele decide que ninguém deve entender. Esse é o paradoxo da invenção: quanto mais perto do poder de criar, mais distante da obrigação de pertencer.
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Por que os Monstros envelhecem bem?
O tempo costuma encolher monstros. Mas, se o medo diminui (múmias e Drácula viraram fantasia), por que continuam vivos? Porque todo monstro começa como metáfora: uma forma de dizer o indizível. A criatura de Victor carrega a ambição e a angústia do criador. Hoje, esses significados só trocam de roupa – mas continuam agindo.
Cinco modelos de futuro na ficção científica
Nem toda nave aponta para o mesmo amanhã. Há futuros de abundância e de racionamento, de autonomia e de controle. E, nesse contexto, a boa ficção científica não prevê o futuro – testa hipóteses. Por isso, para você reconhecer alguns padrões, aqui vão cinco modelos de futuro na ficção científica.
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais
Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.
Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras estratégias de continuação
Sabe aquela sensação de já ter visto a história, o personagem – ou até o ambiente? Pois é: nem sempre é memória pregando peça; muitas vezes são reedições de ideias calculadas pelo mercado cinematográfico. Para entender um pouco a respeito dessas reproduções, apresentamos o que é remake, reboot, spin-off e outros déjà-vus do cinema.