IAT e preconceito implícito: mede, prevê e muda comportamento?

Mulher com óculos, mão cobrindo a boca, olhar direto, luz natural suave.

“Não sou preconceituoso, mas o teste deu alto.” O Implicit Association Test (IAT) ficou conhecido por estimar associações automáticas (ex.: raça–positivo/negativo) a partir da velocidade de respostas no teclado. A pergunta central não é só “o que mede?”, mas o quanto isso prevê comportamento real – e se intervenções geram mudanças duradouras.

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Número de Dunbar: limite humano ou regra de bolso?

Grupo de jovens sorrindo enquanto tira uma selfie em ambiente interno, alguns segurando taças.

Dá para “gerenciar” apenas ~150 relações estáveis? Nos anos 1990, uma correlação entre tamanho do neocórtex em primatas e tamanho do grupo levou à estimativa de que humanos manteriam cerca de 150 vínculos significativos. Três décadas depois, o número virou cultura pop – mas o que realmente resta quando olhamos a evidência com lupa?

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Ciência em debate: do hype às evidências

Olhos em foco vistos através de superfície translúcida com manchas orgânicas, sugerindo exame minucioso.

Sabe aquelas pesquisas que viram manchete e prometem milagres? O tempo passa, outros grupos tentam repetir e… nem sempre sai igual. Este hub junta, num só lugar, estudos muito comentados e mostra o que sobrou depois das réplicas: o que faz sentido, o que encolheu e o que realmente dá para levar para a vida real.

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Nudges: qual é o tamanho real do empurrãozinho?

Pessoa usando notebook ao lado de parede com post-its coloridos em escritório.

Mudar o texto de um botão, enviar um lembrete ou definir um padrão diferente pode alterar escolhas – mas quanto isso realmente muda? Depois do hype, metanálises recentes analisaram centenas de experimentos de choice architecture. O que sobra quando olhamos sem promessas fáceis e com medidas comparáveis?

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Mozart Effect: o que sobrou do hype original

Pintura clássica de Mozart, com peruca clara e casaca vermelha, fundo escuro.

Ouvir Mozart antes da prova deixaria você “mais inteligente”? Em 1993, um estudo virou manchete ao relatar melhora breve em tarefas espaciais após 10 minutos de música de Mozart. A ideia explodiu em produtos para bebês e promessas fáceis. O que realmente foi testado – e o que sobrou?

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Ego Depletion: o que a mega réplica pré-registrada realmente mostrou

Homem com boné preto e barba, expressão pensativa ao ar livre, luz suave ao entardecer.

A força de vontade “acaba” como bateria de celular – ou a história é mais complexa? Uma grande réplica multilaboratórios, com protocolo público e planejamento estatístico adequado, testou o famoso efeito de ego depletion e esfriou a metáfora do “tanque” de autocontrole. O que fica quando olhamos sem atalhos?

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Power Posing: Porque a pose desinflou?

Mulher em cosplay de Mulher-Maravilha, mãos na cintura em postura expansiva, olhando à frente ao entardecer.

Ficar ereto, peito aberto e mãos na cintura deixaria você mais confiante, corajoso e até “hormonalmente” preparado? A partir de 2010, a ideia do power posing viralizou. Em 2015, uma réplica mais robusta testou os efeitos com amostras maiores e medidas fisiológicas. O que sobra quando olhamos sem hype?

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Reprodutibilidade em psicologia: o que o megaprojeto de 2015 mostrou

Pessoa franze a testa ao ler um artigo científico impresso, mão na cabeça.

Se um estudo famoso não “repete”, ele estava errado? Em 2015, uma colaboração global refez 100 pesquisas de psicologia e provocou manchetes, threads e dúvidas. Entender o que foi encontrado – e o que não foi – ajuda a ler ciência com mais critério, sem hype nem ceticismo cego.

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