Memória: Como o Cérebro Tece (e Desfaz) nossas Histórias

Família reunida nos degraus da Basílica Velha, em Aparecida (SP), em 1979. Na imagem, três crianças sentadas e três mulheres em pé, representando uma lembrança afetiva do passado.

Por que um evento pode se transformar em uma lembrança duradoura ou desaparecer rapidamente? Nosso cérebro opera constantemente construindo, reformando e, muitas vezes, removendo acontecimentos de nossas lembranças. Mais do que simples registros passivos, nosso processo de arquivamento é um conjunto de ações ativas e mutáveis.

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