IA não é “inteligente” nem “artificial”? Quando a frase vira argumento (e quando vira atalho)

Dois homens frente a frente observam um robô humanoide ao centro, em fundo vermelho.

Há frases que funcionam como martelo: batem no hype, fazem barulho, deixam marca. O problema começa quando o martelo vira régua. Dizer que a IA não é “inteligente” nem “artificial” pode ser um bom choque retórico – mas, sem definir termos, vira o tipo de afirmação que parece profunda, porém, escapa de qualquer teste.

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Correlação e Causalidade: por que “andar junto” pode não provar nada?

Mural com mapa, fotos e fios vermelhos conectando pontos, enquanto uma mão aponta para o quadro.

Dois fenômenos podem caminhar lado a lado por anos – e ainda assim não ter relação causal. O problema é que a mente ama coincidências com cara de explicação: “aconteceu junto, logo foi por causa”. Em ciência (e fora dela), essa pressa produz diagnósticos ruins, políticas ruins e certezas barulhentas demais para pouca evidência.

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