Katla (Netflix): O paradoxo do duplo e a materialização do luto

rte promocional da série Katla (Netflix). A protagonista Gríma está em pé diante de uma montanha nevada e cinzenta. O lado esquerdo do seu casaco e corpo está se desintegrando em brasas brilhantes e cinzas vulcânicas voando ao vento.

A ficção científica mais fria é aquela que questiona: o quanto da pessoa amada é real e o quanto é projeção? Katla, série islandesa, usa o mistério do vulcão e o surgimento de “cópias” biológicas para narrar uma história brutal sobre a identidade, o luto não resolvido e a rejeição à finitude.

Parasyte (Anime): O Gene Egoísta e a ascensão da Inteligência Alienígena

O jovem estudante Shinichi Izumi, protagonista do anime Parasyte, olhando com expressão séria e preocupada para sua mão direita, que está transformada no parasita alienígena Migi (uma massa morfa com um olho grande e boca), em um cenário urbano.

Esqueça naves. A série Parasyte: The Maxim (Netflix) propõe um apocalipse silencioso: e se o predador da humanidade for uma inteligência que calcula melhor que nós? Um debate brutal sobre biologia, Gene Egoísta e a Inteligência Alienígena da IA.

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Dark (Netflix): O labirinto do tempo e a ilusão do livre-arbítrio

Close-up frontal do ator Louis Hofmann no papel de Jonas Kahnwald na série Dark (Netflix), vestindo sua icônica capa de chuva amarela, com uma expressão séria. Ao fundo, uma estrada e árvores cinzentas da floresta de Winden.

Exibida na Netflix, Dark é a antítese da aventura americana. Aqui, o tempo não é uma linha, mas um nó que estrangula o destino de quatro famílias em um ciclo infinito de tragédia e determinismo.

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Pluto (Netflix): A ética da Inteligência Artificial e o ciclo do ódio

Colagem artística dividida em quatro faixas verticais com personagens do anime Pluto. Da esquerda para a direita: a menina robô Uran em filtro laranja; o detetive Gesicht com expressão séria em azul escuro; o pacifista Epsilon de terno caminhando em um campo de flores em tom vermelho; e o menino robô Atom (Astro Boy) usando capa de chuva em azul claro.

Em um futuro onde robôs possuem cidadania e cicatrizes de guerra, a linha que separa humanos e máquinas deixa de ser biológica. Um thriller noir sobre o que a tecnologia ainda não sabe responder: como processar o perdão?

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