Marshmallow, paciência e contexto: o que a réplica de 2018 mostrou

Close-up de marshmallows coloridos em tigela de vidro, tons pastel.

Prometer dois doces amanhã é melhor do que um agora – mas isso mede “força de vontade” ou condições de vida? Em 2018, uma réplica mais ampla revisitou o famoso teste do marshmallow e colocou o holofote no papel do contexto. O que fica quando controlamos por renda, ambiente e habilidades iniciais?

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Reprodutibilidade em psicologia: o que o megaprojeto de 2015 mostrou

Pessoa franze a testa ao ler um artigo científico impresso, mão na cabeça.

Se um estudo famoso não “repete”, ele estava errado? Em 2015, uma colaboração global refez 100 pesquisas de psicologia e provocou manchetes, threads e dúvidas. Entender o que foi encontrado – e o que não foi – ajuda a ler ciência com mais critério, sem hype nem ceticismo cego.

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Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais

Pessoa de terno usando capacete de stormtrooper, em ambiente urbano, foco no contraste entre fantasia e cotidiano.

Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.

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Solaris: Quando o objeto de estudo resiste ao método

Mar ao entardecer em tons de laranja e ciano, com ondas em primeiro plano e profundidade de campo rasa.

Autor: Stanisław Lem – Publicação: 1961
Há objetos que se deixam medir. E há objetos que devolvem perguntas – a ponto de forçar a ciência a revisar o próprio jeito de investigar. Em Solaris, o “objeto” é um oceano planetário que parece responder aos humanos de maneiras que não cabem nas categorias habituais, e isso muda tudo: método, linguagem e até a noção de “explicação”.

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O que é Ciência?

Mulher com expressão de dúvida e sobrancelha levantada, em fundo cinza, simbolizando questionamento científico.

Ao longo da história, a ciência virou uma infraestrutura invisível do cotidiano: remédios, previsões, satélites, algoritmos, diagnósticos. A gente vive dentro de seus resultados – mas raramente para para entender o processo. Ciência não é um conjunto de verdades prontas; é um modo disciplinado de produzir conhecimento revisável sobre o mundo.

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