Inteligência Artificial: Da Máquina de Turing ao “quase nós”

Pessoa usando fones de ouvido enquanto mãos robóticas ajustam o headset, sugerindo a fusão entre humano e inteligência artificial.

Nas últimas décadas, a IA saiu do laboratório e virou infraestrutura invisível do cotidiano: recomenda, classifica, prevê, traduz, escreve, diagnostica. Só que o ponto não é a novidade técnica. É o deslocamento filosófico: quem decide, quem confia, quem responde – e o que já confundimos com algo “humano” quando a máquina imita tão bem.

Ler mais