A técnica Pomodoro organiza o estudo em períodos de foco separados por pequenas pausas. O conhecido ciclo de 25 minutos pode ajudar algumas pessoas a começar e manter uma rotina, mas as pesquisas não indicam que esse intervalo seja ideal para qualquer estudante ou tarefa.
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Ensinar não é entreter: como prender a atenção dos alunos sem transformar a aula em espetáculo?
Jogo, vídeo, tecnologia: tudo isso pode ajudar a aula. O risco aparece quando prender a atenção vira o objetivo maior do que ensinar. Na escola, envolvimento importa – mas precisa levar o estudante a algum lugar.
Corpo e tempo: o relógio biológico contra o relógio social
Relógio biológico é o sistema interno que regula, em ciclos de cerca de 24 horas, sono, hormônios, temperatura e metabolismo. Quando horários de trabalho, escola e telas brigam com ele, o corpo paga um custo que a pesquisa consegue medir.
Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo
Toda época tem seus pontos cegos – os nossos se disfarçam de conveniência. Cinco dilemas contemporâneos parecem independentes até a gente perceber que todos convergem para o mesmo lugar: a vida no piloto automático.
Número de Dunbar: o que é e por que 150 não é um limite fixo?
O número de Dunbar é a estimativa de que uma pessoa sustenta cerca de 150 relações estáveis. A ideia ajuda a pensar vínculos nas redes sociais, mas o valor exato é contestado pela própria pesquisa.
Nudge e dark patterns: qual é o tamanho real do empurrão?
Nudge é uma mudança na forma de apresentar as opções que altera escolhas sem proibir nada. Dark pattern é o mesmo recurso usado contra o interesse de quem escolhe. Os dois funcionam, com forças bem diferentes.
Fadiga de decisão: o que o digital faz com o cansaço de escolher?
Fadiga de decisão é a piora das escolhas depois de uma longa sequência de decisões. O ambiente digital multiplicou as pequenas decisões do dia e passou a apresentar as mais importantes para a plataforma quando a atenção está baixa.
Tecnologia e tempo: por que as máquinas não liberaram nosso tempo?
Tecnologias que poupam tempo raramente produzem tempo livre. Da fábrica ao celular, o ganho de velocidade tende a virar novas exigências – um padrão observado há dois séculos e que depende de quem controla as ferramentas.
Fahrenheit 451: censura, atenção e memória coletiva
Em Fahrenheit 451, livros são queimados por bombeiros. Mas o fogo é só a imagem mais visível de um processo que começa antes: uma sociedade que desaprendeu a conviver com ideias difíceis, com silêncio e com o tempo que a leitura exige.
IA no mercado de trabalho: o que a OIT diz sobre os empregos?
Para a Organização Internacional do Trabalho, a IA generativa tende mais a transformar empregos do que a eliminá-los, mas atinge primeiro funções administrativas, ocupadas sobretudo por mulheres. O resultado dependerá das políticas que acompanharem a tecnologia.