Sedentarismo e tecnologia: por que nos movimentamos tão pouco?

Pessoas trabalhando sentadas diante de computadores e celulares em um escritório compartilhado.

Trabalhamos sentados, estudamos sentados e descansamos diante de telas. Depois, quando possível, reservamos uma hora para nos exercitar. O sedentarismo contemporâneo não surgiu apenas de escolhas individuais: também construímos tecnologias, trabalhos e cidades que retiraram movimento da vida cotidiana.

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Memória: como funciona, tipos e por que lembramos ou esquecemos

Fotografia de família nos degraus da Basílica Velha de Aparecida, em 1979, com três gerações reunidas.

Memória não é um arquivo no qual o cérebro guarda cópias perfeitas do que aconteceu. Lembrar depende de diferentes processos: prestar atenção, registrar informações, estabilizá-las ao longo do tempo e conseguir recuperá-las quando necessário. E mesmo uma lembrança antiga pode mudar.

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Carl Sagan: A voz do Cosmos

Carl Sagan sorrindo diante de um fundo cósmico.

Teve a permanência negada em Harvard por ser “popular demais”, escreveu sobre cannabis sob pseudônimo e levou a astronomia para a televisão numa época em que isso era quase uma ofensa acadêmica. A trajetória de Carl Sagan foi bem menos previsível do que suas frases famosas sugerem.

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Neuromitos: 5 mitos sobre o cérebro e a aprendizagem

Modelo de cabeça com áreas do cérebro divididas em funções, representando concepções simplificadas sobre o funcionamento cerebral.

Ideias sobre o cérebro ganham facilmente aparência de ciência. Algumas chegam à escola, aos cursos e às redes sociais como recomendações para aprender melhor. O problema começa quando descobertas reais são simplificadas até sustentarem conclusões que as pesquisas nunca demonstraram.

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O que significa ser Natural?

Mulher sorrindo com prótese no braço segura um pimentão amarelo sobre uma mesa.

“Natural” parece uma palavra simples — até o momento em que ela começa a mandar no argumento. Em rótulos, conversas e debates, “natural” funciona como selo de virtude: se é natural, é bom; se não é, é suspeito. O problema é que essa palavra não é conclusão — é campo de batalha.

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IA no mercado de trabalho: ameaça ou oportunidade?

Robô servindo uma xícara de café para um homem que lê um documento, simbolizando a relação entre inteligência artificial e trabalho humano.

A IA vai eliminar empregos. Também vai criar outros. E o que determina qual dos dois efeitos prevalece são as políticas que acompanham a tecnologia. Essa é a posição de Gilbert Houngbo, diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, em entrevista à Deutsche Welle.

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Revolução Industrial: o que foi, causas e consequências

Rodas e bielas de locomotiva a vapor em movimento com fumaça.

A Revolução Industrial transformou a produção, o trabalho e as cidades a partir do século XVIII. Máquinas, fábricas e novas fontes de energia ampliaram a escala econômica, mas também produziram desigualdade, poluição e formas severas de exploração do trabalho.

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Mercantilismo: o que foi, características e legado

Mapa-múndi antigo com bússola metálica sobreposta.

O mercantilismo foi um conjunto de práticas econômicas adotadas por Estados europeus entre os séculos XV e XVIII. Metalismo, protecionismo, monopólios e busca por uma balança comercial favorável aproximavam economia e poder político em um período de expansão marítima e formação do capitalismo comercial.

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O que é Sociologia? O que estuda, origem e principais autores

Multidão em túnel de metrô representando o cotidiano coletivo e as estruturas sociais observadas pela Sociologia.

A Sociologia estuda a vida em sociedade: relações, instituições, desigualdades, conflitos e mudanças que ultrapassam a experiência de uma única pessoa. Seu olhar começa quando uma situação aparentemente individual revela padrões que também aparecem na vida de muita gente.

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Miguel Nicolelis: a IA não é inteligente nem artificial?

Figura humana coberta de tinta prateada rachada e plástico transparente, com mãos cobrindo o rosto, sugerindo os limites da inteligência artificial como imitação do humano.

Para o neurocientista Miguel Nicolelis, o nome “inteligência artificial” erra duas vezes. Erra em “inteligência”, que ele trata como propriedade de organismos vivos, e erra em “artificial”, porque esses sistemas dependem do trabalho de milhões de pessoas.

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