Artefatos têm política: IA como tecnologia de poder no cotidiano

Reunião em escritório com pessoas em traje formal e elementos visuais ligados à IA, sugerindo poder e decisão institucional.

A política nem sempre veste terno. Às vezes, ela veste interface. Quando um sistema recomenda, ranqueia, filtra, “otimiza” e decide, ele não está só executando cálculo: está organizando o que é possível, para quem, com quais custos – e com quais invisibilidades.

Vinte Mil Léguas Submarinas: O poder que se esconde da auditoria

Fundo do mar escuro, com solo oceânico rochoso, representando a profundidade, isolamento e opacidade do submarino Nautilus de Júlio Verne.

Autor: Júlio Verne – Publicação: 1870
O Nautilus não é só “um submarino incrível”. Ele é uma tese: tecnologia como soberania total, fora do alcance comum – geográfico, jurídico e moral. Verne coloca uma pergunta bem prática por trás da aventura: quando a capacidade de agir (e causar dano) se torna inalcançável, o que acontece com a responsabilidade?

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