Conversar com máquinas nunca foi tão fácil – e tão tentador. Elas ouvem sem interromper, elogiam sem ironia e respondem sem demora. Mas quando a presença é programada, o que acontece com o silêncio que antes chamávamos de companhia?
Conversar com máquinas nunca foi tão fácil – e tão tentador. Elas ouvem sem interromper, elogiam sem ironia e respondem sem demora. Mas quando a presença é programada, o que acontece com o silêncio que antes chamávamos de companhia?