Quando a vida aperta, duas vozes disputam o fôlego: a de Epicteto, que ensina a cuidar apenas do que depende de nós, e a de Marco Aurélio, que tenta governar o mundo começando pelo próprio pensamento. Um fala da disciplina do escravo liberto; o outro, da serenidade do imperador. O estoicismo promete equilíbrio – mas onde termina a lucidez e começa a acomodação?