Parasyte (Anime): O Gene Egoísta e a ascensão da Inteligência Alienígena

O jovem estudante Shinichi Izumi, protagonista do anime Parasyte, olhando com expressão séria e preocupada para sua mão direita, que está transformada no parasita alienígena Migi (uma massa morfa com um olho grande e boca), em um cenário urbano.

Esqueça naves. A série Parasyte: The Maxim (Netflix) propõe um apocalipse silencioso: e se o predador da humanidade for uma inteligência que calcula melhor que nós? Um debate brutal sobre biologia, Gene Egoísta e a Inteligência Alienígena da IA.

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Pluto (Netflix): A ética da Inteligência Artificial e o ciclo do ódio

Colagem artística dividida em quatro faixas verticais com personagens do anime Pluto. Da esquerda para a direita: a menina robô Uran em filtro laranja; o detetive Gesicht com expressão séria em azul escuro; o pacifista Epsilon de terno caminhando em um campo de flores em tom vermelho; e o menino robô Atom (Astro Boy) usando capa de chuva em azul claro.

Em um futuro onde robôs possuem cidadania e cicatrizes de guerra, a linha que separa humanos e máquinas deixa de ser biológica. Um thriller noir sobre o que a tecnologia ainda não sabe responder: como processar o perdão?

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Vinte Mil Léguas Submarinas: O poder que se esconde da auditoria

Fundo do mar escuro, com solo oceânico rochoso, representando a profundidade, isolamento e opacidade do submarino Nautilus de Júlio Verne.

Autor: Júlio Verne – Publicação: 1870
O Nautilus não é só “um submarino incrível”. Ele é uma tese: tecnologia como soberania total, fora do alcance comum – geográfico, jurídico e moral. Verne coloca uma pergunta bem prática por trás da aventura: quando a capacidade de agir (e causar dano) se torna inalcançável, o que acontece com a responsabilidade?

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Platão, Nietzsche e a verdade em disputa

Homem em conversa, de cabeça baixa e expressão pensativa, simbolizando o conflito entre razão e dúvida.

Vivemos entre duas tentações – a de crer numa verdade firme, acima de nós, e a de tratar tudo como interpretação. Platão puxa para o fundamento; Nietzsche, para a criação. O que acontece com a vida comum quando trocamos o altar pela obra – e o eterno pelo provisório?

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Liberdade em tempos de algoritmo: Quem escolhe o que escolhemos?

Silhueta humana com projeção de códigos binários, simbolizando o controle invisível dos algoritmos.

Vivemos cercados por promessas de liberdade digital, mas cada clique revela uma fricção. Os algoritmos aprendem, preveem e, sem alarde, empurram escolhas. Por isso, ser livre – hoje – talvez signifique desconfiar do que parece feito sob medida.

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