A criança está no canto, enfileirando pedrinhas em silêncio. O adulto observa, hesita, e quase intervém – “ela não deveria estar brincando com outras crianças?” A resposta, na maior parte das vezes, é não. Brincar sozinho não é sinal de isolamento. É, com frequência, sinal de concentração profunda.
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Brincar Livre ou Brincar Dirigido?: quando o brincar livre ensina mais – e quando a orientação do adulto ajuda
O adulto entra na brincadeira com a melhor das intenções: quer enriquecer, estimular, garantir que a criança “aproveite bem o tempo”. Mas existe um momento em que ajudar se torna atrapalhar – e reconhecê-los é talvez a habilidade mais importante de quem convive com crianças.