O dia inteiro te prepara para dizer sim, quando não deveria

Mulher jovem apoiada sobre a mesa com olhos fechados e óculos ao lado, sob luz de abajur, simbolizando esgotamento cognitivo e fadiga de decisão ao fim do dia.

Às dez da manhã, você recusa o biscoito. À meia-noite, você assina um serviço que não precisava, compra algo que não planejou e rola o feed por mais quarenta minutos. Não é, necessariamente, fraqueza. Pode ser esgotamento de recursos cognitivos — e há quem projete produtos contando exatamente com isso.

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A Teoria da Internet Morta: os fantasma por trás da rede

Velas acesas em fileiras iluminando um ambiente escuro, evocando presença e ausência simultâneas.

Nas últimas décadas, a internet foi celebrada como o maior espaço de encontro humano já criado. Milhões de vozes conectadas em fóruns, redes sociais e sites formaram uma gigantesca praça pública digital. Mas uma hipótese perturbadora ganhou força nos últimos anos: e se essa praça estivesse, em boa parte, vazia de gente?

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O destino da confiança: um paradoxo discutido por Harari

Mulher pensativa com expressão reflexiva, simbolizando o dilema da confiança na era dos algoritmos.

Desconfiamos de políticos, instituições e imprensa. Mas entregamos dados, atenção e decisões a algoritmos criados pelas mesmas corporações que desconfiamos. Harari chama isso de paradoxo existencial. Esse é também uma boa descrição do nosso cotidiano.

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Sedentarismo e tecnologia: por que nos movimentamos tão pouco?

Pessoas trabalhando sentadas diante de computadores e celulares em um escritório compartilhado.

Trabalhamos sentados, estudamos sentados e descansamos diante de telas. Depois, quando possível, reservamos uma hora para nos exercitar. O sedentarismo contemporâneo não surgiu apenas de escolhas individuais: também construímos tecnologias, trabalhos e cidades que retiraram movimento da vida cotidiana.

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IA no mercado de trabalho: ameaça ou oportunidade?

Robô servindo uma xícara de café para um homem que lê um documento, simbolizando a relação entre inteligência artificial e trabalho humano.

A IA vai eliminar empregos. Também vai criar outros. E o que determina qual dos dois efeitos prevalece são as políticas que acompanham a tecnologia. Essa é a posição de Gilbert Houngbo, diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, em entrevista à Deutsche Welle.

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