Peg embarca numa viagem espacial sem retorno depois de passar a vida tentando ocupar o menor espaço possível. Diante de uma inteligência artificial, ela finalmente percebe que sua invisibilidade também foi construída pelas escolhas que evitou fazer.
Filmes e Séries
O que a ficção audiovisual revela, questiona ou distorce sobre ciência, tecnologia e o que significa ser humano. Cada título é um ponto de partida para pensar.
Solos: Tom e o medo de ser substituído pela própria cópia
Tom compra um duplicado para permanecer com a família depois de sua morte. Diante de uma cópia com suas lembranças, sua voz e seu rosto, ele precisa encarar uma dúvida que a tecnologia não resolve: o que torna alguém insubstituível?
Solos: Leah e a tentativa de escapar do presente
Leah dedica anos à possibilidade de viajar no tempo para salvar a mãe. Quando finalmente conversa com o passado e o futuro, descobre que sua pesquisa também escondia um desejo bem menos heroico: não precisar atravessar a dor do presente.
Solos: o significado dos episódios e o que conecta as histórias
Sete personagens falam de dentro de laboratórios, naves, casas e lembranças. No último episódio, Solos revela que nenhuma dessas histórias existia completamente sozinha.
O livro é sempre melhor que o filme? Frankenstein e o peso das expectativas
A nova adaptação de Frankenstein, dirigida por Guillermo del Toro e lançada na Netflix, reacendeu o debate: afinal, o livro é sempre melhor que o filme? Parte do incômodo pode vir menos da obra e mais da forma como enxergamos adaptações.
Frankenstein na tela: 4 adaptações essenciais antes da Netflix
Estas são as versões que moldaram o imaginário do cinema – dos relâmpagos de 1931 à tentativa fiel de 1994. Cada época projetou seu medo no mesmo corpo. Ver (ou rever) essas quatro adaptações é entender como o monstro de Mary Shelley foi sendo reconstruído – pedaço por pedaço – pela lente do tempo.
Undone: A Rotoscopia que dissolve o Tempo, a Mente e a Realidade
Undone usa a rotoscopia não por estética, mas para dissolver a realidade. Ao acompanhar Alma, a série nos lança num debate entre neurociência e xamanismo: seriam suas visões um sintoma de esquizofrenia ou uma habilidade de manipular o tempo?
Tales from the Loop: a tecnologia como espelho da condição humana
Em Tales from the Loop, robôs, máquinas e fenômenos impossíveis fazem parte da paisagem. O centro da série está nas pessoas que precisam conviver com aquilo que a tecnologia permite — e com as consequências de suas próprias escolhas.
Tales from the Loop: entre aceitar a perda e tentar controlar o medo
Em Echo Sphere e Control, uma criança e um adulto procuram na tecnologia uma resposta para o medo de perder alguém. Um aprende que nem tudo pode ser evitado; o outro demora a perceber que proteção sem limite também ameaça uma família.
Tales from the Loop: quando se esconder do tempo não faz o medo desaparecer
Em Stasis e Enemies, dois personagens encontram formas diferentes de se afastar do mundo. Um tenta preservar para sempre um momento feliz; o outro passa a vida evitando um medo que nunca deixou para trás.