Existe um “valor justo” do câmbio? Modelos de longo prazo tentam responder: PPP ajustada, BEER/FEER, produtividade, termos de troca e posição externa. Nenhum é bola de cristal, mas juntos delimitam faixa, ajudam a checar exageros e guiam decisões de preço e hedge.
Ramos
Preço único e paridade de poder de compra: conceitos e fundamentos
Se a PPP fosse perfeita, um café custaria igual em qualquer país. Não custa. Fretes, impostos, serviços não transacionáveis e barreiras tornam a PPP bússola imperfeita, porém útil.
Câmbio de curto e de longo prazo: dinâmicas cambiais em diferentes horizontes
O dólar subiu “porque o mercado ficou nervoso”? Às vezes, sim – mas curto prazo é barulho de fluxo, longo prazo é fundamento: produtividade, termos de troca, diferencial de juros e inflação.
Taxa de juros de equilíbrio: equilíbrio no mercado financeiro e sua influência no câmbio
Todo dia alguém pergunta “os juros vão subir ou cair?”. Antes da previsão, vem a base: existe um ponto em que a economia “se acerta” – quando oferta e demanda por dinheiro e por ativos se encontram, sem sobra nem falta de liquidez.
Conceitos básicos sobre a demanda por dinheiro: moeda, juros, câmbio e níveis de preço
Quando a inflação aperta ou a incerteza cresce, por que as pessoas e as empresas decidem segurar caixa em vez de investir? A demanda por dinheiro não é capricho: ela responde a juros, preciosidade da liquidez e expectativas – e isso muda o jogo do câmbio, do crédito e do nível de atividade.
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Engrenagens, carros voadores e laboratórios – alguns modos de imaginar futuros alternativos que, na imaginação, podem ser imperfeitos para alguns e mais que perfeitos para outros. Essas vertentes ‘punk’ discutem poder, tecnologia e corpo humano através de temporalidades complexas. Então, em vez de rótulos simplistas, aqui vai um mapa rápido para reconhecer algumas das principais vertentes “punk” no cinema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios essenciais
Blockbusters com temas científicos costumam misturar realidade, técnica e licença poética. Esse mix, por vezes, funciona; em outras, tropeça feio. Aqui, a proposta é separar ideias plausíveis das que pedem mais fé do que a religião. Então, para entender desse gênero com mais propriedade, saiba como avaliar a ciência sci-fi.
Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras estratégias de continuação
Sabe aquela sensação de já ter visto a história, o personagem – ou até o ambiente? Pois é: nem sempre é memória pregando peça; muitas vezes são reedições de ideias calculadas pelo mercado cinematográfico. Para entender um pouco a respeito dessas reproduções, apresentamos o que é remake, reboot, spin-off e outros déjà-vus do cinema.
Eu, Robô: Três Leis, casos de borda e a ética do literalismo
Autor: Isaac Asimov – Publicação: 1950
Regras claras parecem seguras – até o mundo real aparecer com contexto, conflito e exceção. Eu, Robô é uma coleção de histórias montada para stressar um pacote de regras famosas (as Três Leis) como se fossem especificações de engenharia. E o resultado é simples: regra perfeita em tese vira dor de cabeça em produção.
Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?: A empatia como documento de identidade
Autor: Philip K. Dick – Publicação: 1968
Num mundo em que réplicas são quase indistinguíveis de humanos, o “humano” deixa de ser uma discussão filosófica e vira um resultado de teste. Em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, a fronteira entre pessoa e máquina passa por medições questionáveis.