Ensinar não é entreter: por que a escola não pode competir com espetáculo?

Professor dialogando com estudantes em sala de aula universitária

A aula não precisa disputar atenção com séries, feeds e notificações. Quando a escola tenta competir com o espetáculo, perde justamente aquilo que a torna indispensável: tempo, esforço, silêncio, mediação e encontro real com o conhecimento.

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Quando aprender vira adaptação: por que as pedagogias atuais esvaziam o ensino na EPT?

Sala de aula vazia na educação profissional e tecnológica.

Há algo curioso – e perigoso – no discurso pedagógico contemporâneo: quase tudo soa progressista. Fala-se em autonomia, protagonismo, criatividade, aprendizagem significativa, resolução de problemas. Um vocabulário sedutor, aparentemente incontestável. Mas palavras bonitas também podem esconder armadilhas.

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Katla (Netflix): O paradoxo do duplo e a materialização do luto

rte promocional da série Katla (Netflix). A protagonista Gríma está em pé diante de uma montanha nevada e cinzenta. O lado esquerdo do seu casaco e corpo está se desintegrando em brasas brilhantes e cinzas vulcânicas voando ao vento.

A ficção científica mais fria é aquela que questiona: o quanto da pessoa amada é real e o quanto é projeção? Katla, série islandesa, usa o mistério do vulcão e o surgimento de “cópias” biológicas para narrar uma história brutal sobre a identidade, o luto não resolvido e a rejeição à finitude.