Eu Sou a Lenda: Robert Neville, maioria e o normal que vira desvio

Close-up preto e branco de homem barbudo com olhar intenso, representando isolamento

Autor: Richard MathesonPublicação: 1954
Em Eu Sou a Lenda, Robert Neville parece ser o último humano em um mundo transformado. Durante boa parte da narrativa, ele se vê como sobrevivente cercado por monstros. Mas a força do romance está na inversão: quando a maioria muda, o antigo normal deixa de ser centro e passa a ser desvio.

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