O dia inteiro te prepara para dizer sim quando não deveria

Mulher jovem apoiada sobre a mesa com olhos fechados e óculos ao lado, sob luz de abajur, simbolizando esgotamento cognitivo e fadiga de decisão ao fim do dia.

Às dez da manhã, você recusa o biscoito. À meia-noite, você assina um serviço que não precisava, compra algo que não planejou e rola o feed por mais quarenta minutos. Não é, necessariamente, fraqueza. Pode ser esgotamento de recursos cognitivos — e há quem projete produtos contando exatamente com isso.

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A Teoria da Internet Morta: os fantasma por trás da rede

Velas acesas em fileiras iluminando um ambiente escuro, evocando presença e ausência simultâneas.

Nas últimas décadas, a internet foi celebrada como o maior espaço de encontro humano já criado. Milhões de vozes conectadas em fóruns, redes sociais e sites formaram uma gigantesca praça pública digital. Mas uma hipótese perturbadora ganhou força nos últimos anos: e se essa praça estivesse, em boa parte, vazia de gente?

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O destino da confiança: um paradoxo discutido por Harari

Mulher pensativa com expressão reflexiva, simbolizando o dilema da confiança na era dos algoritmos.

Desconfiamos de políticos, instituições e imprensa. Mas entregamos dados, atenção e decisões a algoritmos criados pelas mesmas corporações que desconfiamos. Harari chama isso de paradoxo existencial. Esse é também uma boa descrição do nosso cotidiano.

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Inteligência Alienígena: por que Yuval Harari vê a IA como uma força estranha à humanidade?

Homem ao volante olha desconcertado para dois alienígenas no banco traseiro — um consulta um mapa, outro toca violino — sugerindo sistemas de IA operando em paralelo sem supervisão humana clara.

Yuval Noah Harari chama a IA de “inteligência alienígena” porque ela não pensa como humanos, mas já influencia escolhas humanas. A expressão provoca: estamos lidando apenas com uma ferramenta avançada ou com uma forma estranha de poder capaz de reorganizar atenção, confiança e decisão?

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Inteligência Artificial no Mercado de Trabalho: Ameaça ou Oportunidade?

Robô servindo uma xícara de café para um homem que lê um documento, simbolizando a relação entre inteligência artificial e trabalho humano.

A IA vai eliminar empregos. Também vai criar outros. E o que determina qual dos dois efeitos prevalece não é a tecnologia — são as políticas que a acompanham. Essa é a posição de Gilbert Houngbo, diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, em entrevista à Deutsche Welle.

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A visão de Miguel Nicolelis sobre a IA: por que ela não seria “inteligente” nem “artificial”

Figura humana coberta de tinta prateada rachada e plástico transparente, com mãos cobrindo o rosto, sugerindo os limites da inteligência artificial como imitação do humano.

Para Miguel Nicolelis, chamar sistemas atuais de “inteligência artificial” cria uma ilusão: eles calculam padrões, produzem respostas e automatizam tarefas, mas não pensam como organismos vivos. Sua crítica mira o hype tecnológico e levanta uma pergunta necessária: o que queremos dizer quando chamamos uma máquina de inteligente?

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Inteligência Artificial: o que é, como funciona e por que já mudou nossa forma de pensar

Mulher usando fones de ouvido brancos enquanto mãos robóticas metálicas os seguram contra suas orelhas, sugerindo a fusão entre humano e inteligência artificial.

A inteligência artificial já não é promessa de laboratório. Ela recomenda, classifica, escreve, traduz, prevê e organiza decisões. Entender IA exige mais do que aprender nomes técnicos: exige perguntar como máquinas que imitam inteligência passaram a interferir em confiança, trabalho, conhecimento e poder.

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