O corpo Humano não é uma Máquina

Rosto de androide com traços humanos, simbolizando a comparação entre o corpo humano e a máquina.

A Revolução Industrial apontou que o corpo funciona como motor: queima combustível, gasta energia, precisa de manutenção. O Silicon Valley do século XXI atualizou o manual: agora o corpo é software — precisa de update, otimização e hack. A fisiologia discorda das duas versões.

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Jejum Intermitente: pílula antienvelhecimento ou um distúrbio alimentar disfarçado?

Copos de suco e água sobre bandeja com relógio ao fundo, simbolizando a prática do jejum intermitente.

Antes de virar protocolo de biohacker, o jejum era fisiologia. O corpo humano evoluiu com períodos de escassez — e boa parte dos seus mecanismos de reparo é ativado justamente na ausência de alimento. O problema começa quando a biologia vira produto.

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